Letra de Na Moldura da Janela - João Chagas Leite
Disco A
01
Cria Rejeitada
02
Reculutando Lembranças
03
Penas
04
Remembranças
05
Campo, Pampa e Querência
06
Seiva de Vida e Paz
07
Ave Sonora
08
Partida
09
Madrugador
10
Mundo Louco
11
Mate do Norte
12
Trem da Querência
13
Na Moldura da Janela
14
Ciranda
15
Por Quem Cantam os Cardeais
16
Desassossegos
Disco B
01
Jeito Brasil
02
Rosais de Maio
03
Paixão Andarilha
04
Canção Para Um Mundo Novo
05
Lágrimas da Flor
06
Idade de Sonhar
07
Suspiros do Verde
08
Fé
09
Flor Campesina
10
Canto do Sul
11
Diálogo da Mata
12
Pelo Sul
Na Moldura da Janela
Quando a manhã pousa seus raios na janela
Sombras tão lindas beijam hastes coloridas
Vem um perfume com ares de primavera
E o sol espera pra trazer a luz da vida
As pitangueiras choram lágrimas de orvalho
E entre os galhos o revoar dos passarinhos
Em alaridos e gorgeios de alegria
Saudando o dia que chegou nesses caminhos.
Um véu de noiva cobrindo o topo dos cerros
Quando um cincerro soa triste nas canhadas
Nesta moldura que repousa na janela
Eu vejo aquela minha terna namorada
As verdes matas tem as cores mais escuras
Como esculturas nas pedras de paredão
Águas deslizam formando um imenso véu
Partes do céu fugindo da cerração
A cor cinzenta das geadas das invernias
As manhãs frias me maltratam sem piedade
Jamais afasto meu olhar daquela estrada
Vem minha amada vem matar esta saudade.
Sombras tão lindas beijam hastes coloridas
Vem um perfume com ares de primavera
E o sol espera pra trazer a luz da vida
As pitangueiras choram lágrimas de orvalho
E entre os galhos o revoar dos passarinhos
Em alaridos e gorgeios de alegria
Saudando o dia que chegou nesses caminhos.
Um véu de noiva cobrindo o topo dos cerros
Quando um cincerro soa triste nas canhadas
Nesta moldura que repousa na janela
Eu vejo aquela minha terna namorada
As verdes matas tem as cores mais escuras
Como esculturas nas pedras de paredão
Águas deslizam formando um imenso véu
Partes do céu fugindo da cerração
A cor cinzenta das geadas das invernias
As manhãs frias me maltratam sem piedade
Jamais afasto meu olhar daquela estrada
Vem minha amada vem matar esta saudade.