Letra de Lágrimas da Flor - João Chagas Leite
Disco A
01
Cria Rejeitada
02
Reculutando Lembranças
03
Penas
04
Remembranças
05
Campo, Pampa e Querência
06
Seiva de Vida e Paz
07
Ave Sonora
08
Partida
09
Madrugador
10
Mundo Louco
11
Mate do Norte
12
Trem da Querência
13
Na Moldura da Janela
14
Ciranda
15
Por Quem Cantam os Cardeais
16
Desassossegos
Disco B
01
Jeito Brasil
02
Rosais de Maio
03
Paixão Andarilha
04
Canção Para Um Mundo Novo
05
Lágrimas da Flor
06
Idade de Sonhar
07
Suspiros do Verde
08
Fé
09
Flor Campesina
10
Canto do Sul
11
Diálogo da Mata
12
Pelo Sul
Lágrimas da Flor
Salvador Lamberti, Martinho Pereira e João C. Leite
A emoção que sempre encilha os meus momentos
Vem com o vento e tem o timbre dos rochedos
Os meus anseios vou traçando tento ao tento
São sentimentos derramados em segredo
Nesse novelo do barbante do destino
Há um teatino corcoveando na amplidão
Um coração sentindo espinhos de uma ausência
Pede clemência quando bate a solidão
Nesse jardim eu canto pra o meu amor
E percebo os olhos dela nas lágrimas da flor
As aves, no arvoredo parecem cantar pra mim
E a prenda vem pra janela a me ver cantar assim.
A cacimba encantada dos meus olhos
Transborda sentimentos tão estranhos
Vou fisgando a claridade das estrelas
Que escolheram meu açude para o banho
Percebendo que a prisão foi fantasia
Qual a gota que se solta de uma flor
Meus versos são caminhos que me levam
Para o refugio onde mora o meu amor.
A emoção que sempre encilha os meus momentos
Vem com o vento e tem o timbre dos rochedos
Os meus anseios vou traçando tento ao tento
São sentimentos derramados em segredo
Nesse novelo do barbante do destino
Há um teatino corcoveando na amplidão
Um coração sentindo espinhos de uma ausência
Pede clemência quando bate a solidão
Nesse jardim eu canto pra o meu amor
E percebo os olhos dela nas lágrimas da flor
As aves, no arvoredo parecem cantar pra mim
E a prenda vem pra janela a me ver cantar assim.
A cacimba encantada dos meus olhos
Transborda sentimentos tão estranhos
Vou fisgando a claridade das estrelas
Que escolheram meu açude para o banho
Percebendo que a prisão foi fantasia
Qual a gota que se solta de uma flor
Meus versos são caminhos que me levam
Para o refugio onde mora o meu amor.