Letra de Jeito Brasil - João Chagas Leite
Disco A
01
Cria Rejeitada
02
Reculutando Lembranças
03
Penas
04
Remembranças
05
Campo, Pampa e Querência
06
Seiva de Vida e Paz
07
Ave Sonora
08
Partida
09
Madrugador
10
Mundo Louco
11
Mate do Norte
12
Trem da Querência
13
Na Moldura da Janela
14
Ciranda
15
Por Quem Cantam os Cardeais
16
Desassossegos
Disco B
01
Jeito Brasil
02
Rosais de Maio
03
Paixão Andarilha
04
Canção Para Um Mundo Novo
05
Lágrimas da Flor
06
Idade de Sonhar
07
Suspiros do Verde
08
Fé
09
Flor Campesina
10
Canto do Sul
11
Diálogo da Mata
12
Pelo Sul
Jeito Brasil
Salvador Lamberti / João Chagas Leite
Chamamé
Esse jeito magro de levar a vida
Sem pedir guarida e sem contestar
Esta hora santa desse cio da terra,
Que não gera guerra, mas que o homem faz
Que este meu canto que fala das flores
Fala dos amores e só sabe amar
Este meu verso se veste de branco
Num pedido franco chamando por paz.
Eu sou brasileiro, sulista consciente
Já plantei semente no Brasil central
Abracei São Paulo, o Rio e Brasília
Levei as coxilhas para o Pantanal
Eu sou brasileiro, sulista consciente
Já plantei semente no Brasil central
Abracei São Paulo, o Rio e Brasília
E trouxe as coxilhas para o Pantanal
Este meu conceito de felicidade
Traz a equidade do homem viril
Neste meu estilo de cantar pausado
Carrego estampado meu jeito Brasil
Os versos que trago tem sabor de vida
Fala em margaridas e no flamboyant
É café com leite, ´s gado berrando
Um sabiá cantando todas as manhãs
Este som de viola tem verdades cruas
No ciclo da lua nas ondas do mar
Estes horizontes de um olhar criança
Trazem esperança pra quem quer mudar
Tenho claridade da luz do cruzeiro
Voz de cancioneiro nesta integração
Sou mescla da terra do chão brasileiro
Que carrego inteiro no meu coração.
Chamamé
Esse jeito magro de levar a vida
Sem pedir guarida e sem contestar
Esta hora santa desse cio da terra,
Que não gera guerra, mas que o homem faz
Que este meu canto que fala das flores
Fala dos amores e só sabe amar
Este meu verso se veste de branco
Num pedido franco chamando por paz.
Eu sou brasileiro, sulista consciente
Já plantei semente no Brasil central
Abracei São Paulo, o Rio e Brasília
Levei as coxilhas para o Pantanal
Eu sou brasileiro, sulista consciente
Já plantei semente no Brasil central
Abracei São Paulo, o Rio e Brasília
E trouxe as coxilhas para o Pantanal
Este meu conceito de felicidade
Traz a equidade do homem viril
Neste meu estilo de cantar pausado
Carrego estampado meu jeito Brasil
Os versos que trago tem sabor de vida
Fala em margaridas e no flamboyant
É café com leite, ´s gado berrando
Um sabiá cantando todas as manhãs
Este som de viola tem verdades cruas
No ciclo da lua nas ondas do mar
Estes horizontes de um olhar criança
Trazem esperança pra quem quer mudar
Tenho claridade da luz do cruzeiro
Voz de cancioneiro nesta integração
Sou mescla da terra do chão brasileiro
Que carrego inteiro no meu coração.