Letra de Diálogo da Mata - João Chagas Leite
Disco A
01
Cria Rejeitada
02
Reculutando Lembranças
03
Penas
04
Remembranças
05
Campo, Pampa e Querência
06
Seiva de Vida e Paz
07
Ave Sonora
08
Partida
09
Madrugador
10
Mundo Louco
11
Mate do Norte
12
Trem da Querência
13
Na Moldura da Janela
14
Ciranda
15
Por Quem Cantam os Cardeais
16
Desassossegos
Disco B
01
Jeito Brasil
02
Rosais de Maio
03
Paixão Andarilha
04
Canção Para Um Mundo Novo
05
Lágrimas da Flor
06
Idade de Sonhar
07
Suspiros do Verde
08
Fé
09
Flor Campesina
10
Canto do Sul
11
Diálogo da Mata
12
Pelo Sul
Diálogo da Mata
Salvador Lamberti / João C. Leite
Pego uma viola
E andando na mata, eu falo com deus
Canto e agradeço
Ela diz que gosta do som da viola
Digo que importante
Essa natureza pra mim e pros meus
E ele pergunta
Pelos passarinhos que estão nas gaiolas.
A vida vive em cada fonte, em cada folha
Quem não se encanta com canto do sabiá
Pois será no fogo, a espingarda, nem na foice
Nem no deserto que nosso futuro vem germinar.
Um gralha azul
Levando sementes lá não sei pra onde
Um sabiá coleira
Convida um canário e vem cantar pra mim.
Bem-te-vi no cedro
Canta pra parceira que ao longe responde
E eu maravilhado
Vendo aquele mundo tão grandioso assim.
Um quati, um passo
Vem fazendo a rota de mato pra o outro
Ouço a voz de deus
Na prosa em família de dois colhereiros
Então agradeço
As matas, os bichos, as flores e os potros
E esses passarinhos
Com diversos cantos iguais cancioneiros.
Pego uma viola
E andando na mata, eu falo com deus
Canto e agradeço
Ela diz que gosta do som da viola
Digo que importante
Essa natureza pra mim e pros meus
E ele pergunta
Pelos passarinhos que estão nas gaiolas.
A vida vive em cada fonte, em cada folha
Quem não se encanta com canto do sabiá
Pois será no fogo, a espingarda, nem na foice
Nem no deserto que nosso futuro vem germinar.
Um gralha azul
Levando sementes lá não sei pra onde
Um sabiá coleira
Convida um canário e vem cantar pra mim.
Bem-te-vi no cedro
Canta pra parceira que ao longe responde
E eu maravilhado
Vendo aquele mundo tão grandioso assim.
Um quati, um passo
Vem fazendo a rota de mato pra o outro
Ouço a voz de deus
Na prosa em família de dois colhereiros
Então agradeço
As matas, os bichos, as flores e os potros
E esses passarinhos
Com diversos cantos iguais cancioneiros.