Letra de Reculutando Lembranças - João Chagas Leite
Disco A
01
Cria Rejeitada
02
Reculutando Lembranças
03
Penas
04
Remembranças
05
Campo, Pampa e Querência
06
Seiva de Vida e Paz
07
Ave Sonora
08
Partida
09
Madrugador
10
Mundo Louco
11
Mate do Norte
12
Trem da Querência
13
Na Moldura da Janela
14
Ciranda
15
Por Quem Cantam os Cardeais
16
Desassossegos
Disco B
01
Jeito Brasil
02
Rosais de Maio
03
Paixão Andarilha
04
Canção Para Um Mundo Novo
05
Lágrimas da Flor
06
Idade de Sonhar
07
Suspiros do Verde
08
Fé
09
Flor Campesina
10
Canto do Sul
11
Diálogo da Mata
12
Pelo Sul
Reculutando Lembranças
Entrei pra dentro do tempo
Reculutando lembranças
Rememorando as andanças
E as rodadas que levei
No sobrelombo do mundo
Nasci, cresci, levei tombo
Sacudi, levantei
Cheguei nos tempos de ontem
Que a muito custo entendi
Que a pata do mundo esmaga
Um sonho bom de guri
Que a pata do mundo esmaga
Um sonho bom de guri
(a noite, potranca zaina
De nuvens empelegada
Perde o rumo em disparada
Na direção do sem-fim
E quando o baio da aurora
Clareia a pampa da vida
Eu nada mais sei de mim
Eu nada mais sei de mim)
Varei os campos abertos
O que restou já nem sei
Alguns dos pealos que dei
Morreram no pensamento
A tava, o truco e a china
Sempre foram minha sina
Rodaram no esquecimento
(a noite, potranca zaina
De nuvens empelegada
Perde o rumo em disparada
Na direção do sem-fim
E quando o baio da aurora
Clareia a pampa da vida
Eu nada mais sei de mim
Eu nada mais sei de mim)
Reculutando lembranças
Rememorando as andanças
E as rodadas que levei
No sobrelombo do mundo
Nasci, cresci, levei tombo
Sacudi, levantei
Cheguei nos tempos de ontem
Que a muito custo entendi
Que a pata do mundo esmaga
Um sonho bom de guri
Que a pata do mundo esmaga
Um sonho bom de guri
(a noite, potranca zaina
De nuvens empelegada
Perde o rumo em disparada
Na direção do sem-fim
E quando o baio da aurora
Clareia a pampa da vida
Eu nada mais sei de mim
Eu nada mais sei de mim)
Varei os campos abertos
O que restou já nem sei
Alguns dos pealos que dei
Morreram no pensamento
A tava, o truco e a china
Sempre foram minha sina
Rodaram no esquecimento
(a noite, potranca zaina
De nuvens empelegada
Perde o rumo em disparada
Na direção do sem-fim
E quando o baio da aurora
Clareia a pampa da vida
Eu nada mais sei de mim
Eu nada mais sei de mim)