Letra de Retrato Gauchesco - Cesar Oliveira e Rogério Melo
Disco A
01
Apegos e Anseios do Meu Canto
02
Pra um Tal de Eloí Pechada
03
Assim Sou Eu e Me Vou
04
Domador Loco
05
Frente ao Teu Grito de Forma
06
Leguera
07
Junto ao Balcão do Bolicho
08
Na Farra
09
Abagualado
10
Menos Que Deus Porém Mais Do Que Um Homem
11
Onde Um Guaxo Dobra os Punho
12
Xucro Encanto
13
Quando Se Agranda Um Fronteiro
14
Milonga do Pealador
15
Noite de Ronda Redonda
Disco B
01
Regional
02
Não é Por Nada
03
Redomona
04
Velório do Juca Torto
05
De Cacho Atado
06
Se Bamo Embora
07
Fronteira
08
Estâncias da Fronteira
09
Graças a Deus
10
A Pau e Grito
11
Por Aí
12
No Cantar Das Nazarenas
13
Retrato Gauchesco
14
Chacarera da Coragem
15
Tempo Feio
Retrato Gauchesco
A bandeira do Rio Grande
Vem tremulando na frente
Um taura puxa o piquete
Pata aberta, bem montado...
Sombreiro negro tapeado
O olhar mirando lejos
Num retrato gauchesco
O orgulho do nosso Estado.
O crioulo malacara
Sabe o peso da forquilha
Pelo de ouro que brilha
Nesta manhã setembrina...
Não sei se é lá da Faxina
Do Carcáveo ou Sarandy
Talvez do Upamaroti...
Mas desta Pátria Sulina!
O povo batendo palmas
Reverencia um campeiro
Fronteiriço brasileiro
Legenda do pago antigo...
Que negaceia o perigo
Na lida de bois e potros
Sem querer ser mais que os outros
Que assim conserva os amigos.
Pelo garbo e o entono
Carrega o sangue farrapo
Descendência de índio guapo
Estampa tradicional...
Que traz o mundo rural
Pra o povo, mesclando ânsias...
O corpo de peão de estância
E a alma de um general!
O pañuelo maragato
Esvoaçando no pescoço
E o gateado que é um colosso
Troteia se abaralhando...
Pala encarnado rimando
Entre o pelego e o basto
Verso com cheiro de pasto
Trazido de contrabando.
Dá gosto ver um gaúcho
E a cada dia me lembro
Noutro vinte de setembro
Mais entonado que um galo...
Hoje a mão que bota o pealo
Levanta o pano sagrado
Um pavilhão desfraldado
E o Rio Grande de a cavalo!
Um pavilhão desfraldado
E o Rio Grande de a cavalo!
Vem tremulando na frente
Um taura puxa o piquete
Pata aberta, bem montado...
Sombreiro negro tapeado
O olhar mirando lejos
Num retrato gauchesco
O orgulho do nosso Estado.
O crioulo malacara
Sabe o peso da forquilha
Pelo de ouro que brilha
Nesta manhã setembrina...
Não sei se é lá da Faxina
Do Carcáveo ou Sarandy
Talvez do Upamaroti...
Mas desta Pátria Sulina!
O povo batendo palmas
Reverencia um campeiro
Fronteiriço brasileiro
Legenda do pago antigo...
Que negaceia o perigo
Na lida de bois e potros
Sem querer ser mais que os outros
Que assim conserva os amigos.
Pelo garbo e o entono
Carrega o sangue farrapo
Descendência de índio guapo
Estampa tradicional...
Que traz o mundo rural
Pra o povo, mesclando ânsias...
O corpo de peão de estância
E a alma de um general!
O pañuelo maragato
Esvoaçando no pescoço
E o gateado que é um colosso
Troteia se abaralhando...
Pala encarnado rimando
Entre o pelego e o basto
Verso com cheiro de pasto
Trazido de contrabando.
Dá gosto ver um gaúcho
E a cada dia me lembro
Noutro vinte de setembro
Mais entonado que um galo...
Hoje a mão que bota o pealo
Levanta o pano sagrado
Um pavilhão desfraldado
E o Rio Grande de a cavalo!
Um pavilhão desfraldado
E o Rio Grande de a cavalo!