Letra de Xucro Encanto - Cesar Oliveira e Rogério Melo
Disco A
01
Apegos e Anseios do Meu Canto
02
Pra um Tal de Eloí Pechada
03
Assim Sou Eu e Me Vou
04
Domador Loco
05
Frente ao Teu Grito de Forma
06
Leguera
07
Junto ao Balcão do Bolicho
08
Na Farra
09
Abagualado
10
Menos Que Deus Porém Mais Do Que Um Homem
11
Onde Um Guaxo Dobra os Punho
12
Xucro Encanto
13
Quando Se Agranda Um Fronteiro
14
Milonga do Pealador
15
Noite de Ronda Redonda
Disco B
01
Regional
02
Não é Por Nada
03
Redomona
04
Velório do Juca Torto
05
De Cacho Atado
06
Se Bamo Embora
07
Fronteira
08
Estâncias da Fronteira
09
Graças a Deus
10
A Pau e Grito
11
Por Aí
12
No Cantar Das Nazarenas
13
Retrato Gauchesco
14
Chacarera da Coragem
15
Tempo Feio
Xucro Encanto
Bombeio sombra e requinto a alma do meu sombrero que
Uso tapeado
Buçal torcido, rédeas ponteadas e um mouro pampa bem
Arrendado
Uma espuma branca molha o bocal
Sinal de doma pra quem compreende
Que o sacrifio de um domador, sustenta o vicio dos que
Pouco entendem
Mas é domingo e eu já me vejo boleando a perna junto a
Cancela
Naquele rancho aonde habita o xucro encanto dos olhos
Dela
Flor do aguapé más linda no hay
Porque cabresteia e aguento o tirão
Sou índio domero que costeia potro mas tu embuçala o
Meu coração
Sou índio domero que costeia potro
Mas tu embuçala o meu coração
Ando judiado, tenho sofrido com um baio ruano que deu
Veiaco
Menos mal que deus me faz costado
Mas não facilito e nem solto os meus cacos
´um homem tem sempre mais tempo que vida´
Escutei de um paisano
Que fala o que pensa
Os ferros calçado e as garras apertada,
Me ajoelho nos bastos e sustento a minha crença
Os ferros calçado e as garras apertada,
Me ajoelho nos bastos e sustento a minha crença
Mas é domingo e já me vejo boleando a perna junto a
Cancela
Daquele rancho aonde habita o xucro encanto dos olhos
Dela
Flor do aguapé más linda no hay
Porque cabresteia e aguento o tirão
Sou indio domero que costeia potro mas tu embuçala o
Meu coração.
Flor do aguapé más linda no hay
Porque cabresteia e aguento o tirão
Sou indio domero que costeia potro mas tu embuçala o
Meu coração
Flor do aguapé más linda no hay.. porque cabresteia e
Aguento o tirão......
Uso tapeado
Buçal torcido, rédeas ponteadas e um mouro pampa bem
Arrendado
Uma espuma branca molha o bocal
Sinal de doma pra quem compreende
Que o sacrifio de um domador, sustenta o vicio dos que
Pouco entendem
Mas é domingo e eu já me vejo boleando a perna junto a
Cancela
Naquele rancho aonde habita o xucro encanto dos olhos
Dela
Flor do aguapé más linda no hay
Porque cabresteia e aguento o tirão
Sou índio domero que costeia potro mas tu embuçala o
Meu coração
Sou índio domero que costeia potro
Mas tu embuçala o meu coração
Ando judiado, tenho sofrido com um baio ruano que deu
Veiaco
Menos mal que deus me faz costado
Mas não facilito e nem solto os meus cacos
´um homem tem sempre mais tempo que vida´
Escutei de um paisano
Que fala o que pensa
Os ferros calçado e as garras apertada,
Me ajoelho nos bastos e sustento a minha crença
Os ferros calçado e as garras apertada,
Me ajoelho nos bastos e sustento a minha crença
Mas é domingo e já me vejo boleando a perna junto a
Cancela
Daquele rancho aonde habita o xucro encanto dos olhos
Dela
Flor do aguapé más linda no hay
Porque cabresteia e aguento o tirão
Sou indio domero que costeia potro mas tu embuçala o
Meu coração.
Flor do aguapé más linda no hay
Porque cabresteia e aguento o tirão
Sou indio domero que costeia potro mas tu embuçala o
Meu coração
Flor do aguapé más linda no hay.. porque cabresteia e
Aguento o tirão......