Letra de A Trote - Júlio Saldanha
Disco A
01
Sulino Cola Grossa
02
Flor do Sul
03
Aguadas
04
Inverno Dos Meus Sonhos
05
A Vida Pela Voz Do Cantador
06
Senhoras do Pampa
07
Linha de Mão
08
Prelúdio pra um Encontro de Almas
09
Num Fim de Baile
10
Linhadas do Coração
11
Noite de Geada
12
De Pai Pra Filho
13
Contando Estrelas
14
Correntina
15
Amigos do Rio Uruguai
16
Meu Abrigo de Emoção
17
Barco Perdido
18
Ôco de Chão
19
Lamento de Um Rio
20
Canção de Amor e Rio
21
A Trote
22
Do Cerne da Terra
23
Taipeiro
A Trote
Braseiros no pensando
Escarcéus no coração
Tem a inconstância do vento
E as rédeas soltas na mão
São potros em reboldosa
Em penca desenfreada
Tem o mundo cor-de-rosa
E tem a paixão da estrada
Não há quem lhes ponha arreios
Trazem cismas de bagual
São moços não usam freio
Maneia canga ou buçal
Mas a vida em seu galope
Não dá alce e corcoveia
E ensina que andando
A trote a rodada é menos feia
E então qual fruto maduro
Que não cai longe do pé
Vão desfraldando futuro
Mesclando razão e fé
É a vez de plantar raízes
Ser semente germinar
Ir pincelando matizes
Por onde quer que se andar
Tomara que o frio do inverno
Não me pegue distraído
E não me apodreça do cerno
Morrendo sem ter vivido
Escarcéus no coração
Tem a inconstância do vento
E as rédeas soltas na mão
São potros em reboldosa
Em penca desenfreada
Tem o mundo cor-de-rosa
E tem a paixão da estrada
Não há quem lhes ponha arreios
Trazem cismas de bagual
São moços não usam freio
Maneia canga ou buçal
Mas a vida em seu galope
Não dá alce e corcoveia
E ensina que andando
A trote a rodada é menos feia
E então qual fruto maduro
Que não cai longe do pé
Vão desfraldando futuro
Mesclando razão e fé
É a vez de plantar raízes
Ser semente germinar
Ir pincelando matizes
Por onde quer que se andar
Tomara que o frio do inverno
Não me pegue distraído
E não me apodreça do cerno
Morrendo sem ter vivido