Letra de Prelúdio pra um Encontro de Almas - Júlio Saldanha
Disco A
01
Sulino Cola Grossa
02
Flor do Sul
03
Aguadas
04
Inverno Dos Meus Sonhos
05
A Vida Pela Voz Do Cantador
06
Senhoras do Pampa
07
Linha de Mão
08
Prelúdio pra um Encontro de Almas
09
Num Fim de Baile
10
Linhadas do Coração
11
Noite de Geada
12
De Pai Pra Filho
13
Contando Estrelas
14
Correntina
15
Amigos do Rio Uruguai
16
Meu Abrigo de Emoção
17
Barco Perdido
18
Ôco de Chão
19
Lamento de Um Rio
20
Canção de Amor e Rio
21
A Trote
22
Do Cerne da Terra
23
Taipeiro
Prelúdio pra um Encontro de Almas
Neste quadro cotidiano
Onde consumo meus anos
Querendo me redimir
Com minh'alma galponeira
E um jeito de fronteira
Que na cidade eu perdi
Num complexo penitente
Que rouba a vida da gente
E ofusca o meu sentir
Lembrei da felicidade
Da nossa grande amizade
Parceiro vou até aí
(Me diz então meu parceiro
Como é que anda o pesqueiro
E a vara do portador
Como anda a gurizada
Me fala de tua amada
E da vida do interior
Não repara o meu jeito
Eu vim buscar pra o meu peito
Empobrecido de amor
Um que de felicidade
Pra eu semear na cidade
Um colorido de flor)
Eu vou chegar na vivenda
Lá no fundo da fazenda
Na beira do corredor
Onde um trinar de alegria
Parece reverencia
E a vida pega valor
Não preciso bater palmas
O encontro de nossas almas
Anuncia quem chegou
E a casa do João de Barro
Despretensiosa no galho
Me acolhe com se calor
Onde consumo meus anos
Querendo me redimir
Com minh'alma galponeira
E um jeito de fronteira
Que na cidade eu perdi
Num complexo penitente
Que rouba a vida da gente
E ofusca o meu sentir
Lembrei da felicidade
Da nossa grande amizade
Parceiro vou até aí
(Me diz então meu parceiro
Como é que anda o pesqueiro
E a vara do portador
Como anda a gurizada
Me fala de tua amada
E da vida do interior
Não repara o meu jeito
Eu vim buscar pra o meu peito
Empobrecido de amor
Um que de felicidade
Pra eu semear na cidade
Um colorido de flor)
Eu vou chegar na vivenda
Lá no fundo da fazenda
Na beira do corredor
Onde um trinar de alegria
Parece reverencia
E a vida pega valor
Não preciso bater palmas
O encontro de nossas almas
Anuncia quem chegou
E a casa do João de Barro
Despretensiosa no galho
Me acolhe com se calor