Letra de Linhadas do Coração - Júlio Saldanha
Disco A
01
Sulino Cola Grossa
02
Flor do Sul
03
Aguadas
04
Inverno Dos Meus Sonhos
05
A Vida Pela Voz Do Cantador
06
Senhoras do Pampa
07
Linha de Mão
08
Prelúdio pra um Encontro de Almas
09
Num Fim de Baile
10
Linhadas do Coração
11
Noite de Geada
12
De Pai Pra Filho
13
Contando Estrelas
14
Correntina
15
Amigos do Rio Uruguai
16
Meu Abrigo de Emoção
17
Barco Perdido
18
Ôco de Chão
19
Lamento de Um Rio
20
Canção de Amor e Rio
21
A Trote
22
Do Cerne da Terra
23
Taipeiro
Linhadas do Coração
Na pescaria as enseadas da paixão
Meu coração se faz martin nesse momento
Tenho algum sonho de nadar na corredeira
Tê-la faceira mergulhada ao pensamento
Na pescaria as enseadas da paixão
Meu coração se faz martin nesse momento
A luz da lua refletida na memória
Tanta história a preencher o meu passado
(No carretel a linha fina em fortes mãos
No coração a plenitude em ser amado)
(Já no cantil onde repousa minha sede
Armo uma rede pra prendê-la em poesia
Sou um poeta, um pescador em devaneios
Sou só arreios a encilhar a fantasia)
Já na fogueira que viva se faz presente
Sinto-me ausente com a dor, com a esperança
A linha corre e nela ponho os meus segredos
Firme nos dedos com enluta e confiança
Já na fogueira que viva se faz presente
Sinto-me ausente com a dor, com a esperança
Ao ver o peixe debater-se em agonia
Meu coração pulsou mais forte nesse instante
(Seus puros olhos me mostraram sentimento
Igualei-me na virtude em ser amante)
(A água pura convidou o meu desejo
E como um beijo pus o amor em meu caminho
Veio-me o sonho de abraçá-la novamente
De ser semente a germinar em teus carinhos)
Já no cantil onde repousa minha sede
Armo uma rede pra prendê-la em poesia
Sou um poeta, um pescador em devaneios
Sou só arreios a encilhar a fantasia
Meu coração se faz martin nesse momento
Tenho algum sonho de nadar na corredeira
Tê-la faceira mergulhada ao pensamento
Na pescaria as enseadas da paixão
Meu coração se faz martin nesse momento
A luz da lua refletida na memória
Tanta história a preencher o meu passado
(No carretel a linha fina em fortes mãos
No coração a plenitude em ser amado)
(Já no cantil onde repousa minha sede
Armo uma rede pra prendê-la em poesia
Sou um poeta, um pescador em devaneios
Sou só arreios a encilhar a fantasia)
Já na fogueira que viva se faz presente
Sinto-me ausente com a dor, com a esperança
A linha corre e nela ponho os meus segredos
Firme nos dedos com enluta e confiança
Já na fogueira que viva se faz presente
Sinto-me ausente com a dor, com a esperança
Ao ver o peixe debater-se em agonia
Meu coração pulsou mais forte nesse instante
(Seus puros olhos me mostraram sentimento
Igualei-me na virtude em ser amante)
(A água pura convidou o meu desejo
E como um beijo pus o amor em meu caminho
Veio-me o sonho de abraçá-la novamente
De ser semente a germinar em teus carinhos)
Já no cantil onde repousa minha sede
Armo uma rede pra prendê-la em poesia
Sou um poeta, um pescador em devaneios
Sou só arreios a encilhar a fantasia