Letra de Correntina - Júlio Saldanha
Disco A
01
Sulino Cola Grossa
02
Flor do Sul
03
Aguadas
04
Inverno Dos Meus Sonhos
05
A Vida Pela Voz Do Cantador
06
Senhoras do Pampa
07
Linha de Mão
08
Prelúdio pra um Encontro de Almas
09
Num Fim de Baile
10
Linhadas do Coração
11
Noite de Geada
12
De Pai Pra Filho
13
Contando Estrelas
14
Correntina
15
Amigos do Rio Uruguai
16
Meu Abrigo de Emoção
17
Barco Perdido
18
Ôco de Chão
19
Lamento de Um Rio
20
Canção de Amor e Rio
21
A Trote
22
Do Cerne da Terra
23
Taipeiro
Correntina
Era noite de primavera
Fui bailar um chamamé
Debaixo de uma ramada
Numa estância em santo tomé
A gauchada faceira
Bailava com sentimento
E as mais lindas correntinas
Deixavam aromas ao vento
Na noite clara de lua
E o baile quase no fim
Foi quando uma castelhana
De olhos negros sorriu pra mim
Oigalêêê, flor de morena
Coisa rara de se ver
Correntina vem cá comigo
Te convido pra um chamamé
Entre uns goles de vinho
E acordes de cordeona
Surge um grito sapocai
Anunciando la mañana
De volta a são borja antiga
Cruzei a ponte mirando o rio
Busquei versos no pensamento
Floreando um tango no assobio
Oigalêêê, flor de morena
Coisa rara de se ver
Correntina vem cá comigo
Te convido pra um chamamé
Fui bailar um chamamé
Debaixo de uma ramada
Numa estância em santo tomé
A gauchada faceira
Bailava com sentimento
E as mais lindas correntinas
Deixavam aromas ao vento
Na noite clara de lua
E o baile quase no fim
Foi quando uma castelhana
De olhos negros sorriu pra mim
Oigalêêê, flor de morena
Coisa rara de se ver
Correntina vem cá comigo
Te convido pra um chamamé
Entre uns goles de vinho
E acordes de cordeona
Surge um grito sapocai
Anunciando la mañana
De volta a são borja antiga
Cruzei a ponte mirando o rio
Busquei versos no pensamento
Floreando um tango no assobio
Oigalêêê, flor de morena
Coisa rara de se ver
Correntina vem cá comigo
Te convido pra um chamamé