Letra de De Pai Pra Filho - Júlio Saldanha
Disco A
01
Sulino Cola Grossa
02
Flor do Sul
03
Aguadas
04
Inverno Dos Meus Sonhos
05
A Vida Pela Voz Do Cantador
06
Senhoras do Pampa
07
Linha de Mão
08
Prelúdio pra um Encontro de Almas
09
Num Fim de Baile
10
Linhadas do Coração
11
Noite de Geada
12
De Pai Pra Filho
13
Contando Estrelas
14
Correntina
15
Amigos do Rio Uruguai
16
Meu Abrigo de Emoção
17
Barco Perdido
18
Ôco de Chão
19
Lamento de Um Rio
20
Canção de Amor e Rio
21
A Trote
22
Do Cerne da Terra
23
Taipeiro
De Pai Pra Filho
Na noite de julho coberta de branco
Chegastes enfeitando meu rancho vazio
E hoje ainda lembro nas noites geladas
Teu corpo pequeno tremendo de frio
Nasceram-me planos de um sonho bonito
De seguirmos juntos o mesmo caminho
E embora distantes, te sinto ao meu lado
Pois fiz do meu peito teu rancho teu ninho
(Se pego a guitarra pra cantar meus versos
Te encontro nas rimas de cada estribilho
Pois tudo aquilo que canto e que faço
É pra te deixar como herança meu filho)
E mesmo ao longe, eu embalo teu sono
Assoviando coplitas de amor e emoção
E quando te encontro me faço criança
A brincar contigo sentado no chão
As rugas no rosto e os cabelos brancos
São testemunhas do tempo passando
A tua mão pequena me faz bem mais moço
Se o sonho é infinito, que importa até quando
(Se pego a guitarra pra cantar meus versos
Te encontro nas rimas de cada estribilho
Pois tudo aquilo que canto e que faço
É pra te deixar como herança meu filho)
Chegastes enfeitando meu rancho vazio
E hoje ainda lembro nas noites geladas
Teu corpo pequeno tremendo de frio
Nasceram-me planos de um sonho bonito
De seguirmos juntos o mesmo caminho
E embora distantes, te sinto ao meu lado
Pois fiz do meu peito teu rancho teu ninho
(Se pego a guitarra pra cantar meus versos
Te encontro nas rimas de cada estribilho
Pois tudo aquilo que canto e que faço
É pra te deixar como herança meu filho)
E mesmo ao longe, eu embalo teu sono
Assoviando coplitas de amor e emoção
E quando te encontro me faço criança
A brincar contigo sentado no chão
As rugas no rosto e os cabelos brancos
São testemunhas do tempo passando
A tua mão pequena me faz bem mais moço
Se o sonho é infinito, que importa até quando
(Se pego a guitarra pra cantar meus versos
Te encontro nas rimas de cada estribilho
Pois tudo aquilo que canto e que faço
É pra te deixar como herança meu filho)