Letra de Sul - Marcelo Oliveira
Disco A
01
As Tamancas do Cecêu
02
Tempo Escrito
03
Pra Quando Desencilhar
04
Alpargatita
05
Canto a Fidelço Pechada
06
Nos Meus Olhos de Guri
07
Cruzando a Estrada
08
Sucessão
09
Quem Sabe na Cruz Sem Nome
10
Por Saber Sou Pedra e Renasço Fio
11
Sul
12
Feito um Cincerro de Prata
13
Canção De Amor E Saudade
14
Cuñatay
15
Seu Espinho e Flor de Tuna
Sul
Pelas manhãs, a cerração anda tão baixa
Não se divulga o rancherio do aceguá
Mas, por detrás dessas paredes de fumaça
Existe um sul sobre uma linha que não há
Rosa dos ventos, quando aponta para o gelo
Não dá sinuelo pra quem segue essas estrelas
Se chega só onde as tropilhas de pelo
Atiram a anca contra o vento das geleiras
Gotas de pedras presas nas teias de aranha
Alma de inverno viajando pelos rios
Só tem direito ao braseiro das entranhas
Quem não sucumbe à violência destes frios
E há os que voltam sem achar e são tão tristes
E há os que cismam com o tempo do depois
Mas eu, que vi e que toquei, sei que ele existe
Ainda que, às vezes, eu duvide de nós dois
Ainda que, às vezes, eu duvide de nós dois
Não se divulga o rancherio do aceguá
Mas, por detrás dessas paredes de fumaça
Existe um sul sobre uma linha que não há
Rosa dos ventos, quando aponta para o gelo
Não dá sinuelo pra quem segue essas estrelas
Se chega só onde as tropilhas de pelo
Atiram a anca contra o vento das geleiras
Gotas de pedras presas nas teias de aranha
Alma de inverno viajando pelos rios
Só tem direito ao braseiro das entranhas
Quem não sucumbe à violência destes frios
E há os que voltam sem achar e são tão tristes
E há os que cismam com o tempo do depois
Mas eu, que vi e que toquei, sei que ele existe
Ainda que, às vezes, eu duvide de nós dois
Ainda que, às vezes, eu duvide de nós dois