Letra de Cuñatay - Marcelo Oliveira
Disco A
01
As Tamancas do Cecêu
02
Tempo Escrito
03
Pra Quando Desencilhar
04
Alpargatita
05
Canto a Fidelço Pechada
06
Nos Meus Olhos de Guri
07
Cruzando a Estrada
08
Sucessão
09
Quem Sabe na Cruz Sem Nome
10
Por Saber Sou Pedra e Renasço Fio
11
Sul
12
Feito um Cincerro de Prata
13
Canção De Amor E Saudade
14
Cuñatay
15
Seu Espinho e Flor de Tuna
Cuñatay
Campeirido madrugueiro,sobro oveiro das confiança
Deus é grande diz a estância, alma e fé trazem de si
Cuida os sóis amanhecidos, clareando a aurora da infância
Foi semente de distância do chão do cunãtay.
Bebeu ternuras e estrelas,contrabandeadas nas águas
Chingrou anseios e mágoas na embarcação dos arreios
Derramando luas cheias no pelo da sua tordilha
Quando o caminho foi trilha, pra canção triste do freio.
Amarra os sonhos nas rédeas apertdas junto a mão
Despertou duas vertentes dos olhos da emoção
Trouxe horizontes pra perto, do rumo de quem se vai
Vejo a saudade guardada no coração do meu pai.
Assim falou-me silente, quando saiu da querência
Uma cerração de ausência nublava seus olhos tristes
Resgatando nas imagens, campos passos e aguadas
Quando choraram estradas do dia em que partistes.
Filho da estância torena, do pago cunãtay
Rincão que teve o guri, lugar que aprendeu a amar
Quem sabe um dia depois, sem promessas a fazer
Ter um sonho a reviver, e só um motivo pra voltar.
Deus é grande diz a estância, alma e fé trazem de si
Cuida os sóis amanhecidos, clareando a aurora da infância
Foi semente de distância do chão do cunãtay.
Bebeu ternuras e estrelas,contrabandeadas nas águas
Chingrou anseios e mágoas na embarcação dos arreios
Derramando luas cheias no pelo da sua tordilha
Quando o caminho foi trilha, pra canção triste do freio.
Amarra os sonhos nas rédeas apertdas junto a mão
Despertou duas vertentes dos olhos da emoção
Trouxe horizontes pra perto, do rumo de quem se vai
Vejo a saudade guardada no coração do meu pai.
Assim falou-me silente, quando saiu da querência
Uma cerração de ausência nublava seus olhos tristes
Resgatando nas imagens, campos passos e aguadas
Quando choraram estradas do dia em que partistes.
Filho da estância torena, do pago cunãtay
Rincão que teve o guri, lugar que aprendeu a amar
Quem sabe um dia depois, sem promessas a fazer
Ter um sonho a reviver, e só um motivo pra voltar.