Letra de Alpargatita - Marcelo Oliveira
Disco A
01
As Tamancas do Cecêu
02
Tempo Escrito
03
Pra Quando Desencilhar
04
Alpargatita
05
Canto a Fidelço Pechada
06
Nos Meus Olhos de Guri
07
Cruzando a Estrada
08
Sucessão
09
Quem Sabe na Cruz Sem Nome
10
Por Saber Sou Pedra e Renasço Fio
11
Sul
12
Feito um Cincerro de Prata
13
Canção De Amor E Saudade
14
Cuñatay
15
Seu Espinho e Flor de Tuna
Alpargatita
Nasceste humilde como o 'gaucho' que te leva
Co agulha, piola e algum pedaço de lona
Foste de arrasto costurada
Pela mão d'alguma miséria
Sola em rodilhas como o laço que se ata
Cieste de yapa aguentar areia, pasto, pedra
E alguma geada branqueadora, por machaza
E alguma geada branqueadora, por machaza
Não carregas estreludas nazarenas
E as garroneiras pensam que não és da doma
E tu te assoma, arrastada num tranquear
Pois, sem chorar, carrega tuas penas
Mirando uma china que costeava o rio da prata
Deus, por graça, prendeu nela uma flor
E pra rimar, da mesma cor fez teu pelo alpargata
E pra rimar, da mesma cor fez teu pelo alpargata
Cruzaste a linha como todo contrabando
Arrastado é destino que carregas
Agulha, piola e algum pedaço de lona
Nasceste humilde como o 'gaucho' que te leva
Até o da venda pegaste pra companheiro
Num ir e vir de lá pra cá sem chorar
E, sem chorar, por tranqueadora, amaciaste
O chão duro da pulperia
Cruzaste a linha como todo contrabando
Arrastado é destino que carregas
Agulha, piola e algum pedaço de lona
Nasceste humilde como o 'gaucho' que te leva
Mirando uma china que costeava o rio da prata
Deus, por graça, prendeu nela uma flor
E pra rimar, da mesma cor fez teu pelo alpargata
E pra rimar, da mesma cor fez teu pelo alpargata
Nasceste humilde como o 'gaucho' que te leva .
Co agulha, piola e algum pedaço de lona
Foste de arrasto costurada
Pela mão d'alguma miséria
Sola em rodilhas como o laço que se ata
Cieste de yapa aguentar areia, pasto, pedra
E alguma geada branqueadora, por machaza
E alguma geada branqueadora, por machaza
Não carregas estreludas nazarenas
E as garroneiras pensam que não és da doma
E tu te assoma, arrastada num tranquear
Pois, sem chorar, carrega tuas penas
Mirando uma china que costeava o rio da prata
Deus, por graça, prendeu nela uma flor
E pra rimar, da mesma cor fez teu pelo alpargata
E pra rimar, da mesma cor fez teu pelo alpargata
Cruzaste a linha como todo contrabando
Arrastado é destino que carregas
Agulha, piola e algum pedaço de lona
Nasceste humilde como o 'gaucho' que te leva
Até o da venda pegaste pra companheiro
Num ir e vir de lá pra cá sem chorar
E, sem chorar, por tranqueadora, amaciaste
O chão duro da pulperia
Cruzaste a linha como todo contrabando
Arrastado é destino que carregas
Agulha, piola e algum pedaço de lona
Nasceste humilde como o 'gaucho' que te leva
Mirando uma china que costeava o rio da prata
Deus, por graça, prendeu nela uma flor
E pra rimar, da mesma cor fez teu pelo alpargata
E pra rimar, da mesma cor fez teu pelo alpargata
Nasceste humilde como o 'gaucho' que te leva .