Letra de Esperança Povoeira - Pedro Ortaça
Disco A
01
Guasca
02
Lá no Baile dos Três Nó
03
De Guerreiro a Payador
04
Relato de Um Canto Cego
05
Pampa Livre
06
Baile do Cola Atada
07
Está na Hora
08
Potykuru
09
Meu Canto à Cruz Missioneira
10
Três Bandeiras
11
Timbre de Galo
12
Finado Trançudo
13
Grito do Lenha Podre
14
Debulhando Milho
15
Queixo Duro
16
Missioneiros
17
Esperança Povoeira
Esperança Povoeira
Esperança poveira
Ventos trouxeram de longe
Meu trigo, melena gringa
Vou buscar o boi pitanga
Que foi beber na restinga
Devo cuidar a lavoura
Que com carinho plantei
Com a ventania do braço
Mais sementes semearei
Os ipês já floresceram
Nas geadas derradeiras
E amadurecem agora
A esperança povoeira
Na tarefa da lavoura
O suor perde a razão
Quando se colhe o trigo
E não se reparte o pão
Lhe juro, planto de novo
Pra não ouvir o lamento
Da fome, rondando a mesa
Se o joio não dá sustento
Ventos trouxeram de longe
Meu trigo, melena gringa
Vou buscar o boi pitanga
Que foi beber na restinga
Os ipês já floresceram
Nas geadas derradeiras
E amadurecem agora
A esperança povoeira
Ventos trouxeram de longe
Meu trigo, melena gringa
Vou buscar o boi pitanga
Que foi beber na restinga
Devo cuidar a lavoura
Que com carinho plantei
Com a ventania do braço
Mais sementes semearei
Os ipês já floresceram
Nas geadas derradeiras
E amadurecem agora
A esperança povoeira
Na tarefa da lavoura
O suor perde a razão
Quando se colhe o trigo
E não se reparte o pão
Lhe juro, planto de novo
Pra não ouvir o lamento
Da fome, rondando a mesa
Se o joio não dá sustento
Ventos trouxeram de longe
Meu trigo, melena gringa
Vou buscar o boi pitanga
Que foi beber na restinga
Os ipês já floresceram
Nas geadas derradeiras
E amadurecem agora
A esperança povoeira