Letra de Missioneiros - Pedro Ortaça
Disco A
01
Guasca
02
Lá no Baile dos Três Nó
03
De Guerreiro a Payador
04
Relato de Um Canto Cego
05
Pampa Livre
06
Baile do Cola Atada
07
Está na Hora
08
Potykuru
09
Meu Canto à Cruz Missioneira
10
Três Bandeiras
11
Timbre de Galo
12
Finado Trançudo
13
Grito do Lenha Podre
14
Debulhando Milho
15
Queixo Duro
16
Missioneiros
17
Esperança Povoeira
Missioneiros
Falado:
Levanto meu chimarrão à irmandade galponeira
Frente a brasa fogoneira da velha pira rotiva
Frente a guincha primitiva da querência missioneira
Cantado:
Aqui a legenda nasceu quando américa nascia,
Na barbara eu carecia que o pia do céu concedeu
Aqui a terra recebeu o dom maior da existência
Quando a santa provedência que rege o pampa mistério
Mandou que o índio gauderio fizesse pátria e querência.
O campo, o céu, a lonjura e o rio de lombo vermelho
Passeando no mesmo espelho que o mundo aberto emoldura
E o tempo eterno a procura do rumo desconhecido
Buscando o elo perdido antes da primeira idade
Na bruta simplicidade do guasca recém nascido.
E dele o rio grande veio como vieram os platinos
Mala cria e teatinos forjados no pastoreio
Os monarcas do areio escrevendo nas patriadas;
De pupiulas dilatadas pelos espaços profundo
Desse fronteira de mundo que empurraram a trombada.
Hoje as pátria definidas com idéias e bandeiras
Seguem as almas campeiras praticando as mesmas lidas
Somente agora reunidas na paz dos livres que soma
Pátrias gaúchas com diplomas da mesma universidade
Paz, justiça e liberdade que ninguém rouba, nem toma.
E o fogão continentino, aquele que nós rodeamos
Que peleando conservamos pra iluminar nosso destino
Osco do lombo brasino as quatro pátria congrega
A origem jamais renega, pois brotou da esma fonte
Na vertente de horizontes que o missioneiro carrega.
Irmãos de quatro países do mesmo grupo alinhados
Da mesma forma explorado na mais terrível das crises
Riscados de cicatrizes pelo eternos tiranos
Os deuses americanos que nos moldaram iguais
Nos querem frente aos demais abraçados como hermanos.
Levanto meu chimarrão à irmandade galponeira
Frente a brasa fogoneira da velha pira rotiva
Frente a guincha primitiva da querência missioneira
Cantado:
Aqui a legenda nasceu quando américa nascia,
Na barbara eu carecia que o pia do céu concedeu
Aqui a terra recebeu o dom maior da existência
Quando a santa provedência que rege o pampa mistério
Mandou que o índio gauderio fizesse pátria e querência.
O campo, o céu, a lonjura e o rio de lombo vermelho
Passeando no mesmo espelho que o mundo aberto emoldura
E o tempo eterno a procura do rumo desconhecido
Buscando o elo perdido antes da primeira idade
Na bruta simplicidade do guasca recém nascido.
E dele o rio grande veio como vieram os platinos
Mala cria e teatinos forjados no pastoreio
Os monarcas do areio escrevendo nas patriadas;
De pupiulas dilatadas pelos espaços profundo
Desse fronteira de mundo que empurraram a trombada.
Hoje as pátria definidas com idéias e bandeiras
Seguem as almas campeiras praticando as mesmas lidas
Somente agora reunidas na paz dos livres que soma
Pátrias gaúchas com diplomas da mesma universidade
Paz, justiça e liberdade que ninguém rouba, nem toma.
E o fogão continentino, aquele que nós rodeamos
Que peleando conservamos pra iluminar nosso destino
Osco do lombo brasino as quatro pátria congrega
A origem jamais renega, pois brotou da esma fonte
Na vertente de horizontes que o missioneiro carrega.
Irmãos de quatro países do mesmo grupo alinhados
Da mesma forma explorado na mais terrível das crises
Riscados de cicatrizes pelo eternos tiranos
Os deuses americanos que nos moldaram iguais
Nos querem frente aos demais abraçados como hermanos.