Letra de Potykuru - Pedro Ortaça
Disco A
01
Guasca
02
Lá no Baile dos Três Nó
03
De Guerreiro a Payador
04
Relato de Um Canto Cego
05
Pampa Livre
06
Baile do Cola Atada
07
Está na Hora
08
Potykuru
09
Meu Canto à Cruz Missioneira
10
Três Bandeiras
11
Timbre de Galo
12
Finado Trançudo
13
Grito do Lenha Podre
14
Debulhando Milho
15
Queixo Duro
16
Missioneiros
17
Esperança Povoeira
Potykuru
Venho do oco das selvas
Ñende Reta, Tie Kunumí
Carrego a Cruz de Lorena
E a legenda viva e plena
Da república guarani
Quem tem ama há de me ver
Jelva e Caaguazú
Pura cepa missioneira
Transformado em corticeira
Com o suor de Ñangú Mensú
A herança do meu povo
Não se apagou, está aqui
Foi num brujado chamamé
Viveu Jaci Jaterê
E el Cururu Jeroty
No musgo verde da pedra
De Ñandejá Acuruçú
O pai das almas do mundo
Encerrou o elo profundo
De um missal porangatu
Na garupa de um caíque
Pescando Piava e Jundiá
Fico igual Jaguaretê
Rastreando Pilda e Ierê
Que vem do lado de allá
E pensem a Taitaguaçú
Intruso e espanhol
Vendo os caciques taurearem
E os anos pinga-pingarem
Neste relógio de sol
Assim, em noites luzentes
Com gritos de Urutaú
Quando o rio jorra e espuma
A terra índia se perfuma
Se abrindo em Potukurú
Na garupa de um caíque
Pescando Piava e Jundiá
Fico igual Jaguaretê
Rastreando Pilda e Ierê
Que vem do lado de allá
Que vem do lado de allá
Que vem do lado de allá
Ñende Reta, Tie Kunumí
Carrego a Cruz de Lorena
E a legenda viva e plena
Da república guarani
Quem tem ama há de me ver
Jelva e Caaguazú
Pura cepa missioneira
Transformado em corticeira
Com o suor de Ñangú Mensú
A herança do meu povo
Não se apagou, está aqui
Foi num brujado chamamé
Viveu Jaci Jaterê
E el Cururu Jeroty
No musgo verde da pedra
De Ñandejá Acuruçú
O pai das almas do mundo
Encerrou o elo profundo
De um missal porangatu
Na garupa de um caíque
Pescando Piava e Jundiá
Fico igual Jaguaretê
Rastreando Pilda e Ierê
Que vem do lado de allá
E pensem a Taitaguaçú
Intruso e espanhol
Vendo os caciques taurearem
E os anos pinga-pingarem
Neste relógio de sol
Assim, em noites luzentes
Com gritos de Urutaú
Quando o rio jorra e espuma
A terra índia se perfuma
Se abrindo em Potukurú
Na garupa de um caíque
Pescando Piava e Jundiá
Fico igual Jaguaretê
Rastreando Pilda e Ierê
Que vem do lado de allá
Que vem do lado de allá
Que vem do lado de allá