Letra de Quando as Horas se Alongam - Délcio Tavares

Quando as Horas se Alongam

Mais uma vez seguimos rumos diferentes
Como a constância inconstante das estradas
Que embora às vezes separadas pelas léguas
Teimam em voltar pra se encontrar na encruzilhada

Ficou teu cheiro na baeta do meu poncho
E nos ouvidos tua risada cristalina
Ficou na boca o teu gosto de mulher
E nos meus olhos os teus olhos de menina

Na hora lenta que se arrasta na tua ausência
Por ter consciência do amor que existe em nós
Se estamos juntos, se encolhe de ciúme
Depois se alonga pra nos ver mais tempo a sós

Os meus pelegos são tão frios nestes invernos
E a solidão faz mais longas minhas noites
Onde a saudade vem rondar a tropa mansa
Das tuas lembranças que castigam como açoite

Sinto nas mãos tua silhueta delicada
Redesenhada em cada gesto inconsciente
E entre meus braços sinto as formas do teu corpo
Quando tu chegas e te achegas calmamente
Expressões Regionais nesta letra

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