Letra de De Fletes e Amores - Délcio Tavares
Disco A
01
Oh de Casa
02
Clave de Lua
03
Rancho Coração
04
Morena Orvalho dos Meus Poemas
05
Chico Mendes
06
Versos do Amor Sem Fim
07
O Rio e Eu
08
De Fletes e Amores
09
Sina Gaudéria
10
Meia Lua Levantina
11
Sanga Pitanga Sabiá
12
Quando as Horas se Alongam
13
Invernada do Coração
14
Encantado de Encantos
15
Ao Tranco
De Fletes e Amores
Soltei meus cavalos pro fundo do inverno
Tropeiro de outonos só traz folhas mortas
Meus sonhos mais puros beberam estradas
E as duras estradas beberam meus sonhos
Soltei meus cavalos de tropear amores
E as chuvas de julho lavaram os pêlos
E eu vi os segredos de fletes e amores
Que ao sol tem mil cores, e à chuva são negros
Adeus às estradas e aos teus olhos negros
Amar-te é uma adaga voltada pra mim
Adeus horizontes de céus e de prantos
Que os meus olhos brandos gastaram de ti
Voltei pro meu rancho de barro e silêncios
Domei meus cavalos pra campo e mangueira
Que os fletes de estradas só plantam poeira
Que a chuva do inverno despreza e apaga
Tropeiro de outonos só traz folhas mortas
Meus sonhos mais puros beberam estradas
E as duras estradas beberam meus sonhos
Soltei meus cavalos de tropear amores
E as chuvas de julho lavaram os pêlos
E eu vi os segredos de fletes e amores
Que ao sol tem mil cores, e à chuva são negros
Adeus às estradas e aos teus olhos negros
Amar-te é uma adaga voltada pra mim
Adeus horizontes de céus e de prantos
Que os meus olhos brandos gastaram de ti
Voltei pro meu rancho de barro e silêncios
Domei meus cavalos pra campo e mangueira
Que os fletes de estradas só plantam poeira
Que a chuva do inverno despreza e apaga