Letra de No Pindurico de Uma Bailanta - Walther Morais
Disco A
01
Caudilho do Caverá
02
Um Bagual Corcoveador
03
Tordilho Negro
04
Domando a Cordeona
05
Campeiro do Rio Grande
06
Coração Italiano
07
No Estilo de Santiago
08
Entrando no M’bororé
09
Bochincho
10
De Gaúchos e Cavalos
11
Poncho Molhado
12
Aos Domingos
13
Dia de Chuva
14
Campeiro no Más
15
El Cardal
16
Rebeldia
17
No Pindurico de Uma Bailanta
18
Criado em Galpão
No Pindurico de Uma Bailanta
Sombreiro grande, barba aparada
Bombacha larga cruzo a cancela pra o corredor
Poncho encarnado montando a anca
Firmando a estampa de um cruzador
Sapo de prata redobra o brilho
deste ruzilho marca de flor
A lua grande clareando a estrada
Alma embalando um sonho carancho
Boca da noite e a tarde se atoram
Descalço a espora defrente ao rancho
Quem é de campo e tem o feitiço e traz por vício
Cortar caminho campear carinho nas querendonas
Adelgaça o pingo no pindurico de uma bailanta
E firma dança no contraponto de uma cordeona
(repete)
Quem faz do basto
Arma de lida
Sabe que a vida lhe guarda pouco quase nada
Aquebranta as dores
nesta sina estradeira quando a botoneira rasga madrugadas (repete)
Acerta o passo e tranca o pé nesta vaneira
Levanta a poeira nos quatro cantos da sala
A gaita velha num trancão afronteirado
Quando sai pro colorado me encarde as franjas do pala
Quem é de campo e tem o feitiço e traz por vício
Cortar caminho campear carinho nas querendonas
Adelgaça o pingo no pindurico de uma bailanta
E firma dança no contraponto de uma cordeona
(repete)
Bombacha larga cruzo a cancela pra o corredor
Poncho encarnado montando a anca
Firmando a estampa de um cruzador
Sapo de prata redobra o brilho
deste ruzilho marca de flor
A lua grande clareando a estrada
Alma embalando um sonho carancho
Boca da noite e a tarde se atoram
Descalço a espora defrente ao rancho
Quem é de campo e tem o feitiço e traz por vício
Cortar caminho campear carinho nas querendonas
Adelgaça o pingo no pindurico de uma bailanta
E firma dança no contraponto de uma cordeona
(repete)
Quem faz do basto
Arma de lida
Sabe que a vida lhe guarda pouco quase nada
Aquebranta as dores
nesta sina estradeira quando a botoneira rasga madrugadas (repete)
Acerta o passo e tranca o pé nesta vaneira
Levanta a poeira nos quatro cantos da sala
A gaita velha num trancão afronteirado
Quando sai pro colorado me encarde as franjas do pala
Quem é de campo e tem o feitiço e traz por vício
Cortar caminho campear carinho nas querendonas
Adelgaça o pingo no pindurico de uma bailanta
E firma dança no contraponto de uma cordeona
(repete)