Letra de Dia de Chuva - Walther Morais
Disco A
01
Caudilho do Caverá
02
Um Bagual Corcoveador
03
Tordilho Negro
04
Domando a Cordeona
05
Campeiro do Rio Grande
06
Coração Italiano
07
No Estilo de Santiago
08
Entrando no M’bororé
09
Bochincho
10
De Gaúchos e Cavalos
11
Poncho Molhado
12
Aos Domingos
13
Dia de Chuva
14
Campeiro no Más
15
El Cardal
16
Rebeldia
17
No Pindurico de Uma Bailanta
18
Criado em Galpão
Dia de Chuva
Hoje amanheceu chovendo
Mas eu não posso parar
No galpão todos cochilam
Eu tive que levantar
Tem vaca pra tirar leite
E potros pra galopear
Eu sempre fui peão de estância
Gosto daquilo que faço
Barro o galpão faço bóia
E com solingem de aço
Vou lonquear um couro preto
E tirar uns tentos pra o laço
O gado adivinha a chuva
Soprando bafo das ventas
E relampeia cruzado
Que o índio ate não aguenta
Eu passo a mão no machado
E benzo mais uma tormenta
Assim e a vida da gente
Do fundão duma fazenda
Aproveito os dias de chuva
Para aumentar minha renda
Faço cinto e tranço corda
Que indiada que me encomenda
As minhas obrigações
Todas elas eu atendo
E hoje vou lidar com corda 2x
Por que amanheceu chovendo
A chuva não para nunca
E depois de um chimarão
Vou laçar lá na mangueira
Um lobuno do patrão
Pois mesmo deitando água
Eu vo tontia ele a tirao
Já de volta no galpão
Engraxo bem meu lombilho
Espicho o laço no aramado
E pra um guacho doradilho
Debulha a força de dedo
Uma meia bolsa de milho
As minhas obrigações
Todas elas eu atendo
E hoje vou lidar com corda 2x
Por que amanheceu chovendo
[De noite segue chovendo e a peonada se assanha
Eu pego meu violão, bombeio, tomo uma canha essa
E assim que se passa a vida, quando chove na campanha parte
Falquejo uma canga buena para os cascos do petiço falada
Pois eu só adulo o patrão fazendo bem meu serviço]
As minhas obrigações
Todas elas eu atendo
E hoje vou lidar com corda 2x
Por que amanheceu chovendo
Por que amanheceu chovendo 4x
Mas eu não posso parar
No galpão todos cochilam
Eu tive que levantar
Tem vaca pra tirar leite
E potros pra galopear
Eu sempre fui peão de estância
Gosto daquilo que faço
Barro o galpão faço bóia
E com solingem de aço
Vou lonquear um couro preto
E tirar uns tentos pra o laço
O gado adivinha a chuva
Soprando bafo das ventas
E relampeia cruzado
Que o índio ate não aguenta
Eu passo a mão no machado
E benzo mais uma tormenta
Assim e a vida da gente
Do fundão duma fazenda
Aproveito os dias de chuva
Para aumentar minha renda
Faço cinto e tranço corda
Que indiada que me encomenda
As minhas obrigações
Todas elas eu atendo
E hoje vou lidar com corda 2x
Por que amanheceu chovendo
A chuva não para nunca
E depois de um chimarão
Vou laçar lá na mangueira
Um lobuno do patrão
Pois mesmo deitando água
Eu vo tontia ele a tirao
Já de volta no galpão
Engraxo bem meu lombilho
Espicho o laço no aramado
E pra um guacho doradilho
Debulha a força de dedo
Uma meia bolsa de milho
As minhas obrigações
Todas elas eu atendo
E hoje vou lidar com corda 2x
Por que amanheceu chovendo
[De noite segue chovendo e a peonada se assanha
Eu pego meu violão, bombeio, tomo uma canha essa
E assim que se passa a vida, quando chove na campanha parte
Falquejo uma canga buena para os cascos do petiço falada
Pois eu só adulo o patrão fazendo bem meu serviço]
As minhas obrigações
Todas elas eu atendo
E hoje vou lidar com corda 2x
Por que amanheceu chovendo
Por que amanheceu chovendo 4x