Letra de De Gaúchos e Cavalos - Walther Morais
Disco A
01
Caudilho do Caverá
02
Um Bagual Corcoveador
03
Tordilho Negro
04
Domando a Cordeona
05
Campeiro do Rio Grande
06
Coração Italiano
07
No Estilo de Santiago
08
Entrando no M’bororé
09
Bochincho
10
De Gaúchos e Cavalos
11
Poncho Molhado
12
Aos Domingos
13
Dia de Chuva
14
Campeiro no Más
15
El Cardal
16
Rebeldia
17
No Pindurico de Uma Bailanta
18
Criado em Galpão
De Gaúchos e Cavalos
Amigos, peço licença
Para trançar minha rima
E daqui, de serra acima
Cantar versos de aporfia
Pra falar na valentia
De gaúchos e cavalos
Pois me da gosto lembra-los
No rodeio em vacaria
No rodeio em vacaria
Onde a história se repete
Aporreados e ginetes
Peleiam com altivez
Em um ventito quando em vez
Faz arrepiar a restinga
Deixando no ar a mandinga
E a alma de trinta e três
A alma da trinta e três
Do rasga-diabo ou do bozo
Deve andar baixando o tozo
No meio da gauchada
E cada venta-rasgada
Égua chucra, potro maula
Me faz lembrar os de paula
Numa linda gineteada
Numa linda gineteada
Como o vigil ja fazia
Igualzito o João Maria
O ginetaço lageano
E os de alla, os castelhanos
Don Luiz Rosa, Don Danilo
Cada qual com seu estilo
Bem no jeitão campechano
Bem no jeitão campechano
O Graciliano Medeiros
Esporeava caborteiros
Desde a paleta ate o focinho
E o Anibal Silva, borginho
Ari Nunes e outros tantos
Desafiavam quebrantos
Do vovô do passarinho
Do vovô do passarinho
E das luas aporreadas
A lua cheia e a prateada
Com a mandraca lá de cima
As duas diabas divinas
Que a gineteada temia
E quase sempre saia
Voando por sobre as crinas
Voando por sobre as crinas
E antecipando o bailado:
Milonga, xote-solado
Ultima valsa, rancheira
Meia noite ou noite inteira
A corcovear pelo mundo
Sem parar um só segundo
Pra sapatear a vanera
Pra sapatear a vanera
E pra escutar o relincho
Do tobiano capincho
Corcoveando meia-hora
E depois sai campo a fora
Pra visita a namorada
Com a lobuna prateada
Troteando abaixo de espora!
Venham todos! venham todos!
A lenha já esta queimando
A carne gorda pingando
E um mate bueno cevado
Pela cancha um aporreado
A espera de um domador
Gaita, violão e cantor
E prendas por todo lado
Para trançar minha rima
E daqui, de serra acima
Cantar versos de aporfia
Pra falar na valentia
De gaúchos e cavalos
Pois me da gosto lembra-los
No rodeio em vacaria
No rodeio em vacaria
Onde a história se repete
Aporreados e ginetes
Peleiam com altivez
Em um ventito quando em vez
Faz arrepiar a restinga
Deixando no ar a mandinga
E a alma de trinta e três
A alma da trinta e três
Do rasga-diabo ou do bozo
Deve andar baixando o tozo
No meio da gauchada
E cada venta-rasgada
Égua chucra, potro maula
Me faz lembrar os de paula
Numa linda gineteada
Numa linda gineteada
Como o vigil ja fazia
Igualzito o João Maria
O ginetaço lageano
E os de alla, os castelhanos
Don Luiz Rosa, Don Danilo
Cada qual com seu estilo
Bem no jeitão campechano
Bem no jeitão campechano
O Graciliano Medeiros
Esporeava caborteiros
Desde a paleta ate o focinho
E o Anibal Silva, borginho
Ari Nunes e outros tantos
Desafiavam quebrantos
Do vovô do passarinho
Do vovô do passarinho
E das luas aporreadas
A lua cheia e a prateada
Com a mandraca lá de cima
As duas diabas divinas
Que a gineteada temia
E quase sempre saia
Voando por sobre as crinas
Voando por sobre as crinas
E antecipando o bailado:
Milonga, xote-solado
Ultima valsa, rancheira
Meia noite ou noite inteira
A corcovear pelo mundo
Sem parar um só segundo
Pra sapatear a vanera
Pra sapatear a vanera
E pra escutar o relincho
Do tobiano capincho
Corcoveando meia-hora
E depois sai campo a fora
Pra visita a namorada
Com a lobuna prateada
Troteando abaixo de espora!
Venham todos! venham todos!
A lenha já esta queimando
A carne gorda pingando
E um mate bueno cevado
Pela cancha um aporreado
A espera de um domador
Gaita, violão e cantor
E prendas por todo lado