Letra de As Estações de Cristo - Mano Lima
Disco A
01
Campeiros de Hoje em Dia
02
Eu Já Nasci de Bigode
03
Índio do M'bororé
04
Decadência
05
A "fia" do João Ventura
06
Até Em Sonho Já me Bastaria
07
Maneco Pata
08
Gripe do Porco
09
A Largura da Bombacha
10
Numa Sexta-feira Santa
11
Chico Bastos
12
Eu Não Sei Mais Nada
13
Perceverano Medeiros
14
Me Dá um "xuxi"
15
Não Bota Fora Teu "Apareio"
16
Virou Linguiça
17
Homem do Campo
18
As Estações de Cristo
As Estações de Cristo
Jesus Cristo é sentenciado à morte sem compaixão
Inocente foi julgado, mas o povo disse: - Não!
Depois de ser açoitado, Jesus Cristo é condenado
Já na primeira estação.
"Quantas vezes nós julgamos
E, apressados, condenamos
Sem prova nossos irmãos?
Segunda, terceira e quarta estação."
Carrega a cruz tão pesada, sentindo a dor dos espinhos
Interrompe a caminhada caindo pelo caminho
Encontra a mãe extremada que, mesmo desesperada
Ao filho dá seu carinho.
"Vida afora, nós tombamos
Mas com força levantamos,
Pois não estamos sozinhos.
Quinta e sexta estação"
Quase sem força, então, o próprio passo reduz
Alguém obriga Simão a lhe ajudar com a cruz
E, com um lenço na mão, Verônica, em compaixão
Enxuga o suor de Jesus.
"Vez por outra, precisamos
Na noite que atravessamos
Que alguém ascenda uma luz.
Sétima, oitava e nona estação."
De novo, cai e levanta, segunda queda das três
A sua agonia é tanta, mas não lhe tira a altivez
Jesus, assim, se agiganta, e com a palavra santa
Consola com lucidez.
"Nesse calvário, lembramos,
Que o Cristo que nós amamos,
Cai pela terceira vez.
Décima, décima primeira e décima segunda estação."
Das vestes, é despojado, perde a túnica e, após,
Na cruz, Jesus é pregado e reza por seus algoz.
Tendo ladrões ao seu lado, Jesus é crucificado.
E morre por todos nós
"Quanto mais tempo somamos,
Mais forte necessitamos
Escutar a sua voz.
Décima terceira e décima quarta estação."
Descido da cruz, sem vida, depois de tantas agruras,
Ensaia uma despedida e encerra essa desventura.
Maria, em coma, sofrida, com braços de mãe querida ,
Em derradeira ternura.
"Aquele a quem nós saudamos
Pelo Domingo de Ramos,
Descansa na sepultura.
Décima quinta estação"
A pedra foi removida, lá dentro, nada ficou.
A morte, enfim, foi vencida e, dela, Cristo voltou.
A igreja fortalecida, sobre a pedra construída,
Repete o que ele falou.
"Por isso, nós alegramos
É a Páscoa que comemoramos,
Pois ele ressuscitou.
Falado:
- Obrigado ao rei dos Judeus, a Jesus de Nazaré que não precisava ter passado por tudo isso, mas sabia que nós ia precisar em momentos da vida, por isso passou por todos nós, basta apenas que tenhamos fé."
Inocente foi julgado, mas o povo disse: - Não!
Depois de ser açoitado, Jesus Cristo é condenado
Já na primeira estação.
"Quantas vezes nós julgamos
E, apressados, condenamos
Sem prova nossos irmãos?
Segunda, terceira e quarta estação."
Carrega a cruz tão pesada, sentindo a dor dos espinhos
Interrompe a caminhada caindo pelo caminho
Encontra a mãe extremada que, mesmo desesperada
Ao filho dá seu carinho.
"Vida afora, nós tombamos
Mas com força levantamos,
Pois não estamos sozinhos.
Quinta e sexta estação"
Quase sem força, então, o próprio passo reduz
Alguém obriga Simão a lhe ajudar com a cruz
E, com um lenço na mão, Verônica, em compaixão
Enxuga o suor de Jesus.
"Vez por outra, precisamos
Na noite que atravessamos
Que alguém ascenda uma luz.
Sétima, oitava e nona estação."
De novo, cai e levanta, segunda queda das três
A sua agonia é tanta, mas não lhe tira a altivez
Jesus, assim, se agiganta, e com a palavra santa
Consola com lucidez.
"Nesse calvário, lembramos,
Que o Cristo que nós amamos,
Cai pela terceira vez.
Décima, décima primeira e décima segunda estação."
Das vestes, é despojado, perde a túnica e, após,
Na cruz, Jesus é pregado e reza por seus algoz.
Tendo ladrões ao seu lado, Jesus é crucificado.
E morre por todos nós
"Quanto mais tempo somamos,
Mais forte necessitamos
Escutar a sua voz.
Décima terceira e décima quarta estação."
Descido da cruz, sem vida, depois de tantas agruras,
Ensaia uma despedida e encerra essa desventura.
Maria, em coma, sofrida, com braços de mãe querida ,
Em derradeira ternura.
"Aquele a quem nós saudamos
Pelo Domingo de Ramos,
Descansa na sepultura.
Décima quinta estação"
A pedra foi removida, lá dentro, nada ficou.
A morte, enfim, foi vencida e, dela, Cristo voltou.
A igreja fortalecida, sobre a pedra construída,
Repete o que ele falou.
"Por isso, nós alegramos
É a Páscoa que comemoramos,
Pois ele ressuscitou.
Falado:
- Obrigado ao rei dos Judeus, a Jesus de Nazaré que não precisava ter passado por tudo isso, mas sabia que nós ia precisar em momentos da vida, por isso passou por todos nós, basta apenas que tenhamos fé."