Letra de Virou Linguiça - Mano Lima
Disco A
01
Campeiros de Hoje em Dia
02
Eu Já Nasci de Bigode
03
Índio do M'bororé
04
Decadência
05
A "fia" do João Ventura
06
Até Em Sonho Já me Bastaria
07
Maneco Pata
08
Gripe do Porco
09
A Largura da Bombacha
10
Numa Sexta-feira Santa
11
Chico Bastos
12
Eu Não Sei Mais Nada
13
Perceverano Medeiros
14
Me Dá um "xuxi"
15
Não Bota Fora Teu "Apareio"
16
Virou Linguiça
17
Homem do Campo
18
As Estações de Cristo
Virou Linguiça
Virou linguiça, meu irmão, virou linguiça
Levou-se a breca a vergonha e se acadelou a justiça
Virou linguiça, meu irmão, virou linguiça
O velho fio de bigode hoje é uma barba postiça
Na minha terra: Malandragem, golpe baixo
O famoso Cambalacho, há quem chame de linguiça
O Sal esconde alguma coisa no tempero
Mas eu sinto aquele cheiro inconfundível de carniça
Um Sete Um, o Caixa dois, a safadeza
Lembra o nervo e a impureza que vão dentro da linguiça
Virou linguiça, meu irmão, virou linguiça
Levou-se a breca a vergonha e se acadelou a justiça
Virou linguiça, meu irmão, virou linguiça
O velho fio de bigode hoje é uma barba postiça
Quem cobra a doma e entrega um flete aporreado
Faz igual ao deputado que não vota por preguiça
Quem vende um laço ramalhado e com defeito
Não é melhor que o prefeito que desvia e desperdiça
Quem fura a fila não é nada diferente
Do político influente que ata a ponta da linguiça
Virou linguiça, meu irmão, virou linguiça
Levou-se a breca a vergonha e se acadelou a justiça
Virou linguiça, meu irmão, virou linguiça
O velho fio de bigode hoje é uma barba postiça
E o bolicheiro que se escora na balança
Fala em ética, esperança, em princípios e premissas
Faz propaganda do que vende olhando teso
E com o dedo rouba peso no granel e na hortaliça
Esse país que é tão gigante, meu parceiro
Hoje em dia, cabe inteiro numa volta de linguiça
Virou linguiça, meu irmão, virou linguiça
Levou-se a breca a vergonha e se acadelou a justiça
Virou linguiça, meu irmão, virou linguiça
O velho fio de bigode hoje é uma barba postiça
Levou-se a breca a vergonha e se acadelou a justiça
Virou linguiça, meu irmão, virou linguiça
O velho fio de bigode hoje é uma barba postiça
Na minha terra: Malandragem, golpe baixo
O famoso Cambalacho, há quem chame de linguiça
O Sal esconde alguma coisa no tempero
Mas eu sinto aquele cheiro inconfundível de carniça
Um Sete Um, o Caixa dois, a safadeza
Lembra o nervo e a impureza que vão dentro da linguiça
Virou linguiça, meu irmão, virou linguiça
Levou-se a breca a vergonha e se acadelou a justiça
Virou linguiça, meu irmão, virou linguiça
O velho fio de bigode hoje é uma barba postiça
Quem cobra a doma e entrega um flete aporreado
Faz igual ao deputado que não vota por preguiça
Quem vende um laço ramalhado e com defeito
Não é melhor que o prefeito que desvia e desperdiça
Quem fura a fila não é nada diferente
Do político influente que ata a ponta da linguiça
Virou linguiça, meu irmão, virou linguiça
Levou-se a breca a vergonha e se acadelou a justiça
Virou linguiça, meu irmão, virou linguiça
O velho fio de bigode hoje é uma barba postiça
E o bolicheiro que se escora na balança
Fala em ética, esperança, em princípios e premissas
Faz propaganda do que vende olhando teso
E com o dedo rouba peso no granel e na hortaliça
Esse país que é tão gigante, meu parceiro
Hoje em dia, cabe inteiro numa volta de linguiça
Virou linguiça, meu irmão, virou linguiça
Levou-se a breca a vergonha e se acadelou a justiça
Virou linguiça, meu irmão, virou linguiça
O velho fio de bigode hoje é uma barba postiça