Letra de Eu Já Nasci de Bigode - Mano Lima
Disco A
01
Campeiros de Hoje em Dia
02
Eu Já Nasci de Bigode
03
Índio do M'bororé
04
Decadência
05
A "fia" do João Ventura
06
Até Em Sonho Já me Bastaria
07
Maneco Pata
08
Gripe do Porco
09
A Largura da Bombacha
10
Numa Sexta-feira Santa
11
Chico Bastos
12
Eu Não Sei Mais Nada
13
Perceverano Medeiros
14
Me Dá um "xuxi"
15
Não Bota Fora Teu "Apareio"
16
Virou Linguiça
17
Homem do Campo
18
As Estações de Cristo
Eu Já Nasci de Bigode
(Eu já nasci de bigode
Não tiro nem pra lavar
Às vez, eu abro com a chaira
Que é pra desmaçarocar
Eu já nasci de bigode
Igual filho de jundiá.) Bis
Eu já nasci de bigode
Quase não pude mamar
A minha mãe se arranhava
Naquele manduruvá
Se apavorou a parteira
Na hora de me aparar
Veio junto com a criança
Uma cola de tamanduá
O bigode, meu amigo,
Entre tanta serventia
Carrega um pouco do almoço
Pra o fiambre do fim do dia
Abriga a cara no inverno
Quando o minuano nos vem
Esconde um dente cariado
E a falta dele também
É um mato que nos abriga
É um filtro que nos acode
Quando tem mosca no leite
Ela fica no bigode
E se, no frio, tá gripado
Parecendo um chafariz
O bigode ataca tudo
Que desce pelo nariz.
Não tiro nem pra lavar
Às vez, eu abro com a chaira
Que é pra desmaçarocar
Eu já nasci de bigode
Igual filho de jundiá.) Bis
Eu já nasci de bigode
Quase não pude mamar
A minha mãe se arranhava
Naquele manduruvá
Se apavorou a parteira
Na hora de me aparar
Veio junto com a criança
Uma cola de tamanduá
O bigode, meu amigo,
Entre tanta serventia
Carrega um pouco do almoço
Pra o fiambre do fim do dia
Abriga a cara no inverno
Quando o minuano nos vem
Esconde um dente cariado
E a falta dele também
É um mato que nos abriga
É um filtro que nos acode
Quando tem mosca no leite
Ela fica no bigode
E se, no frio, tá gripado
Parecendo um chafariz
O bigode ataca tudo
Que desce pelo nariz.