Letra de Rio Grande Monarca - Álvaro Neves
Disco A
01
De Lida e Poesia
02
Campo, Quimera e Amargo
03
Dos Teus Olhos
04
Encantamento
05
Fandango no Povoado
06
Amor Costeiro
07
Pra Quem é Campeiro
08
Quando o Amor Bate ao Rancho
09
Chote das Sete Voltas
10
Festa do Churrasco
11
Poncho do Amor
12
Querência Azul
13
Sempre Teu
14
Rio Grande Monarca
15
Romance da China Bugra
16
Pra Quem Amarga um Mate
17
Sonho de Peão
Rio Grande Monarca
Álvaro Neves e Juca Mendes
Cordeona e violão, no embalo campeiro
Retrato altaneiro, que aguenta o repucho
Desfile de prendas, peões e cultura
A cepa mais pura do veio gaúcho
Rodeio e tertúlia, onde a gente acha
De bota e bombacha, o velho e criança
Na bandeira, o vermelho é do sangue dos tauras
Amarelo é riqueza e o verde, esperança
Rio grande, monarca, gigante em beleza
Espelha a grandeza do sul do brasil
Teu povo plantou seu valor na história
Seu amor e glória, outra igual não se viu
Da praia à campanha, da fronteira a serra
A beleza encerra um verde florido
Se vê os gaúchos sempre bem pilchados
Passando igualdade, num mate estendido
No canto dos galos, o taura levanta
Retrata na estampa, o amor pela vida
O cusco, o cavalo, o minuano e o poncho
Também fazem parte, do campo e da lida
Que leve consigo, quem vem de outra parte
O jeito e a arte do povo do sul
Nosso som campeiro, poesia e canto
Amor e acalanto à querência azul
Que deus abençoe a pátria gaúcha
Que é flor que não murcha, tem raiz no chão
Pois quem tem cultura e autenticidade
No lombo da idade, mantém tradição
Cordeona e violão, no embalo campeiro
Retrato altaneiro, que aguenta o repucho
Desfile de prendas, peões e cultura
A cepa mais pura do veio gaúcho
Rodeio e tertúlia, onde a gente acha
De bota e bombacha, o velho e criança
Na bandeira, o vermelho é do sangue dos tauras
Amarelo é riqueza e o verde, esperança
Rio grande, monarca, gigante em beleza
Espelha a grandeza do sul do brasil
Teu povo plantou seu valor na história
Seu amor e glória, outra igual não se viu
Da praia à campanha, da fronteira a serra
A beleza encerra um verde florido
Se vê os gaúchos sempre bem pilchados
Passando igualdade, num mate estendido
No canto dos galos, o taura levanta
Retrata na estampa, o amor pela vida
O cusco, o cavalo, o minuano e o poncho
Também fazem parte, do campo e da lida
Que leve consigo, quem vem de outra parte
O jeito e a arte do povo do sul
Nosso som campeiro, poesia e canto
Amor e acalanto à querência azul
Que deus abençoe a pátria gaúcha
Que é flor que não murcha, tem raiz no chão
Pois quem tem cultura e autenticidade
No lombo da idade, mantém tradição