Letra de Querência Azul - Álvaro Neves
Disco A
01
De Lida e Poesia
02
Campo, Quimera e Amargo
03
Dos Teus Olhos
04
Encantamento
05
Fandango no Povoado
06
Amor Costeiro
07
Pra Quem é Campeiro
08
Quando o Amor Bate ao Rancho
09
Chote das Sete Voltas
10
Festa do Churrasco
11
Poncho do Amor
12
Querência Azul
13
Sempre Teu
14
Rio Grande Monarca
15
Romance da China Bugra
16
Pra Quem Amarga um Mate
17
Sonho de Peão
Querência Azul
Pedro Neves
Quando o dia no sul amanhece, se ouve então
Revoadas e cantares de pássaros em comunhão
Se ouve o touro mugindo, chamando a tropa
Se ouve por toda a querência, ranger de carroças
O sol vem beijar as campinas, com seu alvor
Transformando sereno em arco-iris, com seu calor
E a brisa carrega o perfume de tantas flores
E aos beijá-las sussuram faceiros, os beija- flores
Aqui tem de tudo, tem fartura, tem canhadas e planuras
No verão, milharais, no inverno, trigais
Peões e patrões fazem mutirões e cantam canções
Dos seus serviçais
Inspirados na mãe natureza, lavoura amiga
Desta fonte, homens e animais, colhem a vida
Uma sanga, deslizando mansa, dividindo as coxilhas
Tropéis de baguais retouçados e éguas tordilhas
Quando o dia no sul amanhece, se ouve então
Revoadas e cantares de pássaros em comunhão
Se ouve o touro mugindo, chamando a tropa
Se ouve por toda a querência, ranger de carroças
O sol vem beijar as campinas, com seu alvor
Transformando sereno em arco-iris, com seu calor
E a brisa carrega o perfume de tantas flores
E aos beijá-las sussuram faceiros, os beija- flores
Aqui tem de tudo, tem fartura, tem canhadas e planuras
No verão, milharais, no inverno, trigais
Peões e patrões fazem mutirões e cantam canções
Dos seus serviçais
Inspirados na mãe natureza, lavoura amiga
Desta fonte, homens e animais, colhem a vida
Uma sanga, deslizando mansa, dividindo as coxilhas
Tropéis de baguais retouçados e éguas tordilhas