Letra de Quando o Amor Bate ao Rancho - Álvaro Neves
Disco A
01
De Lida e Poesia
02
Campo, Quimera e Amargo
03
Dos Teus Olhos
04
Encantamento
05
Fandango no Povoado
06
Amor Costeiro
07
Pra Quem é Campeiro
08
Quando o Amor Bate ao Rancho
09
Chote das Sete Voltas
10
Festa do Churrasco
11
Poncho do Amor
12
Querência Azul
13
Sempre Teu
14
Rio Grande Monarca
15
Romance da China Bugra
16
Pra Quem Amarga um Mate
17
Sonho de Peão
Quando o Amor Bate ao Rancho
Álvaro Neves
Teu olhar possui todas as ânsias que junto carrego
há tempo que fiz de teu corpo, meu rancho carinho
Deixei de viver por estâncias e isso eu não nego
Meu catre outrora atirado, já não me acolhe sozinho
Me diz a maneira morena, de te fazer amada
Pois quando te dei meu amor, eu vi felicidade
Te vi me olhando na aurora em sorriso extasiada
Meu campo deixou de ser só e viver na saudade
Morena que um dia laçou meu olhar para sempre
o poncho do amor que eu te dou, jamais será ausente
E quando o inverno chegar, com minuano matreiro
Não esfriará nosso mate, nem teu riso faceiro
Eu sei que o patrão divino, nada faz por acaso
Quem planta amor colhe paz, como foi nosso caso
E o amor que eu te dou é bem mais, que pra uma só vida
Eu sei que estarei te esperando, amor da minha vida
E quando o frio se achega, com a noite estancieira
O catre e o calor dos pelegos nos trazem acalanto
Pois quando te amo, eu vejo tua alma trigueira
Sou potro sem rédeas correndo, pelo teu encanto
A gente não sabe nem marca, quando o amor bate à porta
Sozinho vivia com o cusco, o potro e a lida
Mas hoje percebo morena, que nada importa
Se um gaúcho viver sem amor, pelo resto da vida
Teu olhar possui todas as ânsias que junto carrego
há tempo que fiz de teu corpo, meu rancho carinho
Deixei de viver por estâncias e isso eu não nego
Meu catre outrora atirado, já não me acolhe sozinho
Me diz a maneira morena, de te fazer amada
Pois quando te dei meu amor, eu vi felicidade
Te vi me olhando na aurora em sorriso extasiada
Meu campo deixou de ser só e viver na saudade
Morena que um dia laçou meu olhar para sempre
o poncho do amor que eu te dou, jamais será ausente
E quando o inverno chegar, com minuano matreiro
Não esfriará nosso mate, nem teu riso faceiro
Eu sei que o patrão divino, nada faz por acaso
Quem planta amor colhe paz, como foi nosso caso
E o amor que eu te dou é bem mais, que pra uma só vida
Eu sei que estarei te esperando, amor da minha vida
E quando o frio se achega, com a noite estancieira
O catre e o calor dos pelegos nos trazem acalanto
Pois quando te amo, eu vejo tua alma trigueira
Sou potro sem rédeas correndo, pelo teu encanto
A gente não sabe nem marca, quando o amor bate à porta
Sozinho vivia com o cusco, o potro e a lida
Mas hoje percebo morena, que nada importa
Se um gaúcho viver sem amor, pelo resto da vida