Letra de Tirando Meu Chapéu pra Deus - Os Monarcas
Disco A
01
Aprontas do Destino
02
Vanera do Passo Largo
03
Em Cada Vinco de Ruga
04
Nas Cordas do Sentimento
05
Claro Que Tô
06
Destino de Fole
07
Quando uma Gaita se Cala
08
Revisão dos 80
09
Pra Quem Tem Café no Bule
10
Porque Sou Campeiro
11
De Trinca o Teclado
12
Tô Pegando a Estrada
13
Vanera das Bem Baguala
14
Estampa Monarca
15
Tirando Meu Chapéu pra Deus
Tirando Meu Chapéu pra Deus
Letra: João Alberto Pretto / Pedro Neves / Martin C. Agnoletto
Nasci campeiro, galopeando a alma xucra.
Razão gaúcha flecoteada pelo campo
Quando se fala em quatro patas de cavalo
Com voz de galo vem timbrando os pirilampos
Em cada rédea, cada cisma em cada aurora
Um par de esporas, é a geografia das paletas
Que traz no peito toda a história do Rio Grande
Sabem que o sangue vem garupando as rosetas
E lá vou eu (E lá vou eu)
E lá vou eu (E lá vou eu)
Pelo Brasil de sul a norte
Lá vou eu
E lá vou eu (E lá vou eu)
E lá vou eu (E lá vou eu)
Tirando o meu chapéu pra Deus
Trago a xucreza no galpão e da peonada
Enfumaçada de causos e tironaços
Sorvendo amargo, topete verde da essência.
E na querência faz rodar em cana de braço
Em cada casco, cada crina e cada pealo Tem um regalo que identifica o gaúcho
Em marca viva, orgulhando e antanhos
Doma o rebanho sem nunca queimar cartucho
E lá vou eu (E lá vou eu)
E lá vou eu (E lá vou eu)
Pelo Brasil de sul a norte
Lá vou eu
E lá vou eu (E lá vou eu)
E lá vou eu (E lá vou eu)
Tirando o meu chapéu pra Deus
E lá vou eu (E lá vou eu)
E lá vou eu (E lá vou eu)
Pelo Brasil de sul a norte
Lá vou eu
E lá vou eu (E lá vou eu)
E lá vou eu (E lá vou eu)
Tirando o meu chapéu pra Deus
Nasci campeiro, galopeando a alma xucra.
Razão gaúcha flecoteada pelo campo
Quando se fala em quatro patas de cavalo
Com voz de galo vem timbrando os pirilampos
Em cada rédea, cada cisma em cada aurora
Um par de esporas, é a geografia das paletas
Que traz no peito toda a história do Rio Grande
Sabem que o sangue vem garupando as rosetas
E lá vou eu (E lá vou eu)
E lá vou eu (E lá vou eu)
Pelo Brasil de sul a norte
Lá vou eu
E lá vou eu (E lá vou eu)
E lá vou eu (E lá vou eu)
Tirando o meu chapéu pra Deus
Trago a xucreza no galpão e da peonada
Enfumaçada de causos e tironaços
Sorvendo amargo, topete verde da essência.
E na querência faz rodar em cana de braço
Em cada casco, cada crina e cada pealo Tem um regalo que identifica o gaúcho
Em marca viva, orgulhando e antanhos
Doma o rebanho sem nunca queimar cartucho
E lá vou eu (E lá vou eu)
E lá vou eu (E lá vou eu)
Pelo Brasil de sul a norte
Lá vou eu
E lá vou eu (E lá vou eu)
E lá vou eu (E lá vou eu)
Tirando o meu chapéu pra Deus
E lá vou eu (E lá vou eu)
E lá vou eu (E lá vou eu)
Pelo Brasil de sul a norte
Lá vou eu
E lá vou eu (E lá vou eu)
E lá vou eu (E lá vou eu)
Tirando o meu chapéu pra Deus