Letra de Quando uma Gaita se Cala - Os Monarcas
Disco A
01
Aprontas do Destino
02
Vanera do Passo Largo
03
Em Cada Vinco de Ruga
04
Nas Cordas do Sentimento
05
Claro Que Tô
06
Destino de Fole
07
Quando uma Gaita se Cala
08
Revisão dos 80
09
Pra Quem Tem Café no Bule
10
Porque Sou Campeiro
11
De Trinca o Teclado
12
Tô Pegando a Estrada
13
Vanera das Bem Baguala
14
Estampa Monarca
15
Tirando Meu Chapéu pra Deus
Quando uma Gaita se Cala
Letra: João Alberto Pretto
"Esta música é uma homenagem dos Monarcas aos gaiteiros do passado, do presente e do futuro."
Quando uma gaita se cala de um batuta atarimbado
O fole fica rogado sem a fiança do gaiteiro
O lugar procura ouvidos para escutar o floreio
Mas se emudece ao meio co'a parada do parceiro
Quando uma gaita se cala a vida perde o compasso
Quem nasceu num par de braço com choramingo e gemido
O vai e vem da cordeona é como se fosse o mar
Que vai a areia beijar e volta dever cumprido
Quando uma gaita se cala a tristeza do lugar
Tenta e consegue achar pra onde foi a alegria
Que volta já no outro dia quando uma nova munheca
Passeia os dedos na teclas pra renascer a melodia
Passeia os dedos na teclas pra renascer a melodia
Quando uma gaita se cala o silêncio toma conta
O sentimento não monta sobre o lombo do teclado
Mas nunca seca esta fonte que mata a sede das notas
Pois a vertente que brota sempre foi rios de legado
Quando uma gaita se cala, a tradição e a herança
Faz a alma ser criança que este Rio Grande criou
O silêncio vai se embora quebrando corincho afora
Pra o coro da nova aurora eternizar o que herdou
Quando uma gaita se cala a tristeza do lugar
Tenta e consegue achar pra onde foi a alegria
Que volta já no outro dia quando uma nova munheca
Passeia os dedos na teclas pra renascer a melodia
Passeia os dedos na teclas pra renascer a melodia
"Esta música é uma homenagem dos Monarcas aos gaiteiros do passado, do presente e do futuro."
Quando uma gaita se cala de um batuta atarimbado
O fole fica rogado sem a fiança do gaiteiro
O lugar procura ouvidos para escutar o floreio
Mas se emudece ao meio co'a parada do parceiro
Quando uma gaita se cala a vida perde o compasso
Quem nasceu num par de braço com choramingo e gemido
O vai e vem da cordeona é como se fosse o mar
Que vai a areia beijar e volta dever cumprido
Quando uma gaita se cala a tristeza do lugar
Tenta e consegue achar pra onde foi a alegria
Que volta já no outro dia quando uma nova munheca
Passeia os dedos na teclas pra renascer a melodia
Passeia os dedos na teclas pra renascer a melodia
Quando uma gaita se cala o silêncio toma conta
O sentimento não monta sobre o lombo do teclado
Mas nunca seca esta fonte que mata a sede das notas
Pois a vertente que brota sempre foi rios de legado
Quando uma gaita se cala, a tradição e a herança
Faz a alma ser criança que este Rio Grande criou
O silêncio vai se embora quebrando corincho afora
Pra o coro da nova aurora eternizar o que herdou
Quando uma gaita se cala a tristeza do lugar
Tenta e consegue achar pra onde foi a alegria
Que volta já no outro dia quando uma nova munheca
Passeia os dedos na teclas pra renascer a melodia
Passeia os dedos na teclas pra renascer a melodia