Letra de Aprontas do Destino - Os Monarcas
Disco A
01
Aprontas do Destino
02
Vanera do Passo Largo
03
Em Cada Vinco de Ruga
04
Nas Cordas do Sentimento
05
Claro Que Tô
06
Destino de Fole
07
Quando uma Gaita se Cala
08
Revisão dos 80
09
Pra Quem Tem Café no Bule
10
Porque Sou Campeiro
11
De Trinca o Teclado
12
Tô Pegando a Estrada
13
Vanera das Bem Baguala
14
Estampa Monarca
15
Tirando Meu Chapéu pra Deus
Aprontas do Destino
Letra: João Alberto Pretto
Quando você foi embora
Chorei pra dentro de mim
Partida sem despedida
É um adeus que não tem fim
Fingi, naquele momento
Ser apenas passageiro
E agora o meu sentimento
Vai cobrando o dia inteiro
Copo véio', me desculpe se hoje te improviso
De cara num talagaço de deixar de fundo liso
É que se o destino apronta e a solidão toma conta
A razão perde o juízo
Mesmo ao dono da coragem
Quando a paixão vira ausência
A ilusão é uma viagem
Tropeando pela existência
Não tem levantar a cabeça
Nem perdão para o perdão
Coração que bate, esquece
Mas, o que apanha, não
Copo véio', me desculpe se hoje te improviso
De cara num talagaço de deixar de fundo liso
É que se o destino apronta e a solidão toma conta
A razão perde o juízo
Copo véio', me desculpe se hoje te improviso
De cara num talagaço de deixar de fundo liso
É que se o destino apronta e a solidão toma conta
A razão perde o juízo
Quando você foi embora
Chorei pra dentro de mim
Partida sem despedida
É um adeus que não tem fim
Fingi, naquele momento
Ser apenas passageiro
E agora o meu sentimento
Vai cobrando o dia inteiro
Copo véio', me desculpe se hoje te improviso
De cara num talagaço de deixar de fundo liso
É que se o destino apronta e a solidão toma conta
A razão perde o juízo
Mesmo ao dono da coragem
Quando a paixão vira ausência
A ilusão é uma viagem
Tropeando pela existência
Não tem levantar a cabeça
Nem perdão para o perdão
Coração que bate, esquece
Mas, o que apanha, não
Copo véio', me desculpe se hoje te improviso
De cara num talagaço de deixar de fundo liso
É que se o destino apronta e a solidão toma conta
A razão perde o juízo
Copo véio', me desculpe se hoje te improviso
De cara num talagaço de deixar de fundo liso
É que se o destino apronta e a solidão toma conta
A razão perde o juízo