Letra de Pra Quem Tem Café no Bule - Os Monarcas
Disco A
01
Aprontas do Destino
02
Vanera do Passo Largo
03
Em Cada Vinco de Ruga
04
Nas Cordas do Sentimento
05
Claro Que Tô
06
Destino de Fole
07
Quando uma Gaita se Cala
08
Revisão dos 80
09
Pra Quem Tem Café no Bule
10
Porque Sou Campeiro
11
De Trinca o Teclado
12
Tô Pegando a Estrada
13
Vanera das Bem Baguala
14
Estampa Monarca
15
Tirando Meu Chapéu pra Deus
Pra Quem Tem Café no Bule
Letra: João Alberto Pretto
De certa feita, mostrei que o chamamecero
Bem missioneiro, nasce escolado em riscado
Rasgando a sala e entortando os horizontes
Co'a velha fonte timbroneira de legados
Fiz improviso com a china nos meus braços O próprio espaço para uma flor tão formosa Quem é monarca, conhecedor dos atalhos
Já de soslaio, vai cuidando da sua rosa
Fui dando as tintas no tranco de um chamamé
E mandei ver no sarandeio de fato
Quem tem café mostra o bule e diz no pé
Sem se arranhar n'alguma unha de gato
Fui dando as tintas no tranco de um chamamé
E mandei ver no sarandeio de fato
Quem tem café mostra o bule e diz no pé
Sem se arranhar n'alguma unha de gato
A vida ensina que o traquejo de um solado
Já vem marcado desde o tempo de criança
Quando o sorriso se acolhera num lampejo
Vira um poejo pra o remédio das lembranças
Com a alma rindo, engarupando a confiança
Mostra o que cansa só quem foge do lampião
Estrada afora, vou no lombo da aurora
Levando embora um coração pra o coração
Fui dando as tintas no tranco de um chamamé
E mandei ver no sarandeio de fato
Quem tem café mostra o bule e diz no pé
Sem se arranhar n'alguma unha de gato
Fui dando as tintas no tranco de um chamamé
E mandei ver no sarandeio de fato
Quem tem café mostra o bule e diz no pé
Sem se arranhar n'alguma unha de gato
De certa feita, mostrei que o chamamecero
Bem missioneiro, nasce escolado em riscado
Rasgando a sala e entortando os horizontes
Co'a velha fonte timbroneira de legados
Fiz improviso com a china nos meus braços O próprio espaço para uma flor tão formosa Quem é monarca, conhecedor dos atalhos
Já de soslaio, vai cuidando da sua rosa
Fui dando as tintas no tranco de um chamamé
E mandei ver no sarandeio de fato
Quem tem café mostra o bule e diz no pé
Sem se arranhar n'alguma unha de gato
Fui dando as tintas no tranco de um chamamé
E mandei ver no sarandeio de fato
Quem tem café mostra o bule e diz no pé
Sem se arranhar n'alguma unha de gato
A vida ensina que o traquejo de um solado
Já vem marcado desde o tempo de criança
Quando o sorriso se acolhera num lampejo
Vira um poejo pra o remédio das lembranças
Com a alma rindo, engarupando a confiança
Mostra o que cansa só quem foge do lampião
Estrada afora, vou no lombo da aurora
Levando embora um coração pra o coração
Fui dando as tintas no tranco de um chamamé
E mandei ver no sarandeio de fato
Quem tem café mostra o bule e diz no pé
Sem se arranhar n'alguma unha de gato
Fui dando as tintas no tranco de um chamamé
E mandei ver no sarandeio de fato
Quem tem café mostra o bule e diz no pé
Sem se arranhar n'alguma unha de gato