Letra de De Trinca o Teclado - Os Monarcas
Disco A
01
Aprontas do Destino
02
Vanera do Passo Largo
03
Em Cada Vinco de Ruga
04
Nas Cordas do Sentimento
05
Claro Que Tô
06
Destino de Fole
07
Quando uma Gaita se Cala
08
Revisão dos 80
09
Pra Quem Tem Café no Bule
10
Porque Sou Campeiro
11
De Trinca o Teclado
12
Tô Pegando a Estrada
13
Vanera das Bem Baguala
14
Estampa Monarca
15
Tirando Meu Chapéu pra Deus
De Trinca o Teclado
Letra: João Alberto Pretto
"E quando eu me agarro nesta gaita velha, é de trincar o teclado, minha gente."
Botei a gaita nos peito' pra fazer tremer um surungo
Pois fui criado no mundo, dos galpões, aquerenciado
A gauchada, ao me ver, cochichava: -Agora eu danço
Porque o tranco e o balanço vai ser de trincar o tecrado'
As chinas se entreolharam porque sentiram firmeza
Eu gosto quando as beleza' mordem o brinco de faceira
No tilintar das chilenas, ficou grande o sarandeio
Com olhares pelo meio, aconchegando a vanera
Não tem lero, não tem quero, fandango não tem desdém
E só dá o seu recado quem toca e dança bem
Não tem lero, não tem quero, fandango não tem desdém
E só dá o seu recado quem toca e dança bem
E se for bom entreveiro, daqueles amarrotado'
Mesclado ao dom cadenciado com salseiro de morena
A xucreza do Rio Grande, berrada a quarenta e quatro
O salão, limado à taco, tem tábuas que não se empina'
A noite sacolejando e até lampião chacoaleando
Polvadeira levantando, coçando a fresta das venta'
E o baile foi que se foi, lusque-fusque apenumbrado
Sem ninguém ficar sentado e dizer que não aguenta
Não tem lero, não tem quero, fandango não tem desdém
E só dá o seu recado quem toca e dança bem
Não tem lero, não tem quero, fandango não tem desdém
E só dá o seu recado quem toca e dança bem
Não tem lero, não tem quero, fandango não tem desdém
E só dá o seu recado quem toca e dança bem
Não tem lero, não tem quero, fandango não tem desdém
E só dá o seu recado quem toca e dança bem
"Se tu não toca' e não dança bem, não arruma' ninguém. Olha o balancinho, assim ó. Mas nesse balanço aí, quem que não dança? Fui."
"E quando eu me agarro nesta gaita velha, é de trincar o teclado, minha gente."
Botei a gaita nos peito' pra fazer tremer um surungo
Pois fui criado no mundo, dos galpões, aquerenciado
A gauchada, ao me ver, cochichava: -Agora eu danço
Porque o tranco e o balanço vai ser de trincar o tecrado'
As chinas se entreolharam porque sentiram firmeza
Eu gosto quando as beleza' mordem o brinco de faceira
No tilintar das chilenas, ficou grande o sarandeio
Com olhares pelo meio, aconchegando a vanera
Não tem lero, não tem quero, fandango não tem desdém
E só dá o seu recado quem toca e dança bem
Não tem lero, não tem quero, fandango não tem desdém
E só dá o seu recado quem toca e dança bem
E se for bom entreveiro, daqueles amarrotado'
Mesclado ao dom cadenciado com salseiro de morena
A xucreza do Rio Grande, berrada a quarenta e quatro
O salão, limado à taco, tem tábuas que não se empina'
A noite sacolejando e até lampião chacoaleando
Polvadeira levantando, coçando a fresta das venta'
E o baile foi que se foi, lusque-fusque apenumbrado
Sem ninguém ficar sentado e dizer que não aguenta
Não tem lero, não tem quero, fandango não tem desdém
E só dá o seu recado quem toca e dança bem
Não tem lero, não tem quero, fandango não tem desdém
E só dá o seu recado quem toca e dança bem
Não tem lero, não tem quero, fandango não tem desdém
E só dá o seu recado quem toca e dança bem
Não tem lero, não tem quero, fandango não tem desdém
E só dá o seu recado quem toca e dança bem
"Se tu não toca' e não dança bem, não arruma' ninguém. Olha o balancinho, assim ó. Mas nesse balanço aí, quem que não dança? Fui."