Letra de Porque Sou Campeiro - Os Monarcas
Disco A
01
Aprontas do Destino
02
Vanera do Passo Largo
03
Em Cada Vinco de Ruga
04
Nas Cordas do Sentimento
05
Claro Que Tô
06
Destino de Fole
07
Quando uma Gaita se Cala
08
Revisão dos 80
09
Pra Quem Tem Café no Bule
10
Porque Sou Campeiro
11
De Trinca o Teclado
12
Tô Pegando a Estrada
13
Vanera das Bem Baguala
14
Estampa Monarca
15
Tirando Meu Chapéu pra Deus
Porque Sou Campeiro
Letra: João Alberto Pretto
Quem me bombeia sabe do pago que eu venho
O que eu tenho dentro d'alma macanuda
Eu fui criado tropeando gado de estância
Laçando ânsia de casco e tropa murruda
Eu sou um taura que salto de madrugada
Cara lavada e vou tomar meu chimarrão
Não tem um dia que o campo não vê minha marca
Velho monarca da lida e da tradição
Não tem um dia que o campo não vê minha marca
Velho monarca da lida e da tradição
Sou verdadeiro, campeiro Sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro Orgulho desta querência
Eu gasto a vida montado no meu cavalo
Xucro regalo da herança Rio-Grandense
Do chão crioulo tapado de tantas glória
Que a própria história registrou e a nós pertence
Assim eu sigo, escasseando algum desengano
Um campechano embuçala a felicidade
Acostumado co'a fumaça de galpão
Meu coração gineteia de saudade
Acostumado co'a fumaça de galpão
Meu coração gineteia de saudade
Sou verdadeiro, campeiro
Sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência
Sou verdadeiro, campeiro
Sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência
Sou verdadeiro, campeiro
Sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência
Sou verdadeiro, campeiro
Sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência
Quem me bombeia sabe do pago que eu venho
O que eu tenho dentro d'alma macanuda
Eu fui criado tropeando gado de estância
Laçando ânsia de casco e tropa murruda
Eu sou um taura que salto de madrugada
Cara lavada e vou tomar meu chimarrão
Não tem um dia que o campo não vê minha marca
Velho monarca da lida e da tradição
Não tem um dia que o campo não vê minha marca
Velho monarca da lida e da tradição
Sou verdadeiro, campeiro Sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro Orgulho desta querência
Eu gasto a vida montado no meu cavalo
Xucro regalo da herança Rio-Grandense
Do chão crioulo tapado de tantas glória
Que a própria história registrou e a nós pertence
Assim eu sigo, escasseando algum desengano
Um campechano embuçala a felicidade
Acostumado co'a fumaça de galpão
Meu coração gineteia de saudade
Acostumado co'a fumaça de galpão
Meu coração gineteia de saudade
Sou verdadeiro, campeiro
Sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência
Sou verdadeiro, campeiro
Sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência
Sou verdadeiro, campeiro
Sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência
Sou verdadeiro, campeiro
Sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência