Letra de História de Quem Produz - Valdomiro Maicá
Disco A
01
Bailanta do Sapucay
02
Balseiros do Rio Uruguai
03
Amigos do Rio Uruguai
04
De Esvaziá Cadeira
05
Tributo Missioneiro
06
Missioneiro da Moda Antiga
07
Rio Grande dos Alambrados
08
Bailanta da Alpargata
09
Pra Que Saibam Quem Eu Sou
10
Varando o Uruguai a Remo
11
À Luz da Lamparina
12
No Bufo Duma Vaneira
13
Marca Missioneira
14
Canto de Esperança
15
Vaneira da Minha Terra
16
Os Dois Lados do Mesmo Rio
17
História de Quem Produz
18
Canção Para Ninar o Sonho de Um Guri Pescador
19
Porto Inseguro
História de Quem Produz
(Rômulo Chaves/Valdomiro Maicá)
Pequena área que abriga sonhos tantos
Meu acalanto de vida e de labor
Cresci aqui onde plantei minha raiz
Onde me fiz um pequeno agricultor
Cada colheita representa uma vitÓria
A minha história é igual a tantas mais
Bombear o tempo, cuidar chuva e a seca
Plantio e safra das culturas sazonais
Minhas mãos fazem carinhos na terra
Pra que as vergas germinem esperança
Em cada mate ofereço uma prece
Que fortalece quem tem fé e confiança
As tambeiras recolho no fim do dia
São garantia de alimento à piazada
Que a escola lhes aguarda bem cedito
Ao despacito, no tranco da colorada
Ainda existe uma taipa no açude
De onde pude alimentar semana santa
Este mundo que se fez minha querência
É a semente de minh´alma que se planta
Minhas mãos fazem carinhos na terra...
História de quem produz
Pequena área que abriga sonhos tantos
Meu acalanto de vida e de labor
Cresci aqui onde plantei minha raiz
Onde me fiz um pequeno agricultor
Cada colheita representa uma vitÓria
A minha história é igual a tantas mais
Bombear o tempo, cuidar chuva e a seca
Plantio e safra das culturas sazonais
Minhas mãos fazem carinhos na terra
Pra que as vergas germinem esperança
Em cada mate ofereço uma prece
Que fortalece quem tem fé e confiança
As tambeiras recolho no fim do dia
São garantia de alimento à piazada
Que a escola lhes aguarda bem cedito
Ao despacito, no tranco da colorada
Ainda existe uma taipa no açude
De onde pude alimentar semana santa
Este mundo que se fez minha querência
É a semente de minh´alma que se planta
Minhas mãos fazem carinhos na terra...
História de quem produz