Letra de Tributo Missioneiro - Valdomiro Maicá
Disco A
01
Bailanta do Sapucay
02
Balseiros do Rio Uruguai
03
Amigos do Rio Uruguai
04
De Esvaziá Cadeira
05
Tributo Missioneiro
06
Missioneiro da Moda Antiga
07
Rio Grande dos Alambrados
08
Bailanta da Alpargata
09
Pra Que Saibam Quem Eu Sou
10
Varando o Uruguai a Remo
11
À Luz da Lamparina
12
No Bufo Duma Vaneira
13
Marca Missioneira
14
Canto de Esperança
15
Vaneira da Minha Terra
16
Os Dois Lados do Mesmo Rio
17
História de Quem Produz
18
Canção Para Ninar o Sonho de Um Guri Pescador
19
Porto Inseguro
Tributo Missioneiro
(letra: Leodir Alves Fagundes | música: Valdomiro Maicá)
Ao abrir esta minha gaita como pra um tiro de laço
Cada nota do compasso traduz os versos que fiz
Junto à luz do candieiro eu canto o chão missioneiro
Pra todo o sul do país
Me dá licença, patrício, me dá licença, parceiro
Sou mais um taura que canta o lendário chão missioneiro
Quem não conhece as missões deste meu brasil gigante
Vai te chegando pra diante que os missioneiros te esperam
Com um churrasco de picanha, o chimarrão e a canha
Tradição pura e sincera
Me dá licença, patrício, me dá licença, parceiro
Sou mais um taura que canta o lendário chão missioneiro
Sou missioneiro de nascença, gaúcho antes de tudo
Por isso eu te saúdo com os versos que sai' da goela
Corcoveando campo afora, pode chegar a qualquer hora
Que as missões não tem cancela
Me dá licença, patrício, me dá licença, parceiro
Sou mais um taura que canta o lendário chão missioneiro
Quem visitar as missões dá um chego até o caaró
Ver cruzes cheia' de pó, da mais grande à mais pequena
O longe fica mais perto e ver de braços aberto'
A lendária cruz de lorena
Me dá licença, patrício, me dá licença, parceiro
Sou mais um taura que canta o lendário chão missioneiro
Esta querência jesuíta é um imenso potreiro
Vai te chegando, parceiro, sinta o afeto profundo
Nos versos que aqui renovo, dá impressão que os sete povos
Foi o começo do mundo
Me dá licença, patrício, me dá licença, parceiro
Sou mais um taura que canta o lendário chão missioneiro
Ao abrir esta minha gaita como pra um tiro de laço
Cada nota do compasso traduz os versos que fiz
Junto à luz do candieiro eu canto o chão missioneiro
Pra todo o sul do país
Me dá licença, patrício, me dá licença, parceiro
Sou mais um taura que canta o lendário chão missioneiro
Quem não conhece as missões deste meu brasil gigante
Vai te chegando pra diante que os missioneiros te esperam
Com um churrasco de picanha, o chimarrão e a canha
Tradição pura e sincera
Me dá licença, patrício, me dá licença, parceiro
Sou mais um taura que canta o lendário chão missioneiro
Sou missioneiro de nascença, gaúcho antes de tudo
Por isso eu te saúdo com os versos que sai' da goela
Corcoveando campo afora, pode chegar a qualquer hora
Que as missões não tem cancela
Me dá licença, patrício, me dá licença, parceiro
Sou mais um taura que canta o lendário chão missioneiro
Quem visitar as missões dá um chego até o caaró
Ver cruzes cheia' de pó, da mais grande à mais pequena
O longe fica mais perto e ver de braços aberto'
A lendária cruz de lorena
Me dá licença, patrício, me dá licença, parceiro
Sou mais um taura que canta o lendário chão missioneiro
Esta querência jesuíta é um imenso potreiro
Vai te chegando, parceiro, sinta o afeto profundo
Nos versos que aqui renovo, dá impressão que os sete povos
Foi o começo do mundo
Me dá licença, patrício, me dá licença, parceiro
Sou mais um taura que canta o lendário chão missioneiro