Letra de Rio Grande dos Alambrados - Valdomiro Maicá
Disco A
01
Bailanta do Sapucay
02
Balseiros do Rio Uruguai
03
Amigos do Rio Uruguai
04
De Esvaziá Cadeira
05
Tributo Missioneiro
06
Missioneiro da Moda Antiga
07
Rio Grande dos Alambrados
08
Bailanta da Alpargata
09
Pra Que Saibam Quem Eu Sou
10
Varando o Uruguai a Remo
11
À Luz da Lamparina
12
No Bufo Duma Vaneira
13
Marca Missioneira
14
Canto de Esperança
15
Vaneira da Minha Terra
16
Os Dois Lados do Mesmo Rio
17
História de Quem Produz
18
Canção Para Ninar o Sonho de Um Guri Pescador
19
Porto Inseguro
Rio Grande dos Alambrados
(João Carlos Loureiro/Valdomiro Maicá/Nelson Theisen)
Alambrado, violão feito de arame
Que se estica lá nos campos do rincão
Duetando com o vento minuano
As canções de muitas gerações
É o poleiro do pelincho que valseia
Equilibrando, barulhento, em tuas cordas
Até a coruja que, pra muitos, agourenta
Faz pezinho nos palanque que te escora
Não foram poucos os estouros de matungos
Que fizeste teus encontros terminar
E os ponchos de tropeiros encharcados
Como bandeira tu escoraste pra secar
Alambrado, violão feito de arame...
Hoje, perdido aqui no povo onde vivo
Tenho vontade de sair pra te encontrar
E num rasgo de saudade e aconchego
Em teus palanques eu me escoro pra sestear
Alambrado, violão feito de arame...
Alambrado, violão feito de arame
Que se estica lá nos campos do rincão
Duetando com o vento minuano
As canções de muitas gerações
É o poleiro do pelincho que valseia
Equilibrando, barulhento, em tuas cordas
Até a coruja que, pra muitos, agourenta
Faz pezinho nos palanque que te escora
Não foram poucos os estouros de matungos
Que fizeste teus encontros terminar
E os ponchos de tropeiros encharcados
Como bandeira tu escoraste pra secar
Alambrado, violão feito de arame...
Hoje, perdido aqui no povo onde vivo
Tenho vontade de sair pra te encontrar
E num rasgo de saudade e aconchego
Em teus palanques eu me escoro pra sestear
Alambrado, violão feito de arame...