Letra de Bailanta da Alpargata - Valdomiro Maicá
Disco A
01
Bailanta do Sapucay
02
Balseiros do Rio Uruguai
03
Amigos do Rio Uruguai
04
De Esvaziá Cadeira
05
Tributo Missioneiro
06
Missioneiro da Moda Antiga
07
Rio Grande dos Alambrados
08
Bailanta da Alpargata
09
Pra Que Saibam Quem Eu Sou
10
Varando o Uruguai a Remo
11
À Luz da Lamparina
12
No Bufo Duma Vaneira
13
Marca Missioneira
14
Canto de Esperança
15
Vaneira da Minha Terra
16
Os Dois Lados do Mesmo Rio
17
História de Quem Produz
18
Canção Para Ninar o Sonho de Um Guri Pescador
19
Porto Inseguro
Bailanta da Alpargata
(letra: João Alberto Pretto | música: Valdomiro Maicá/Atahualpa Ottonelli Maicá)
Foi num surungo missioneiro em caibaté
Um arrasta-pé de "tremê" toda a carcaça
Mais turbinado do que foguete de russo
"carcava" o fuço que nem porco nas batata'
Pilcha da hora, boina, faixa e alpargata
Pra algum desata, um trinta adulando o joelho
Lá pelas tanta', eu perdi uma alpargata
Saí na cata, aplainando o tornozelo
E quanto mais ia tateando
Mais e mais ia empurrando
No meio da polvadeira
Um pé sim, outro faltando
Já tava num tranco manco
Com a china me reclamando
Vê se acha esta alpargata
Que eu também já tô mancando
Surungo guapo, de "lanhá" cueca em virilha
Com a panturrilha embolada a vanerão
Naquele malho, falquejando o agasalho
E dê-lhe atalho, com um pé só, pelo chão
E assim tranquei, trazendo a noite no colo
Com torcicolo, de tanto cata-não-cata
E a indiada buena, chutando o stress da vida
Se divertia na bailanta da alpargata
E quanto mais ia tateando...
Foi num surungo missioneiro em caibaté
Um arrasta-pé de "tremê" toda a carcaça
Mais turbinado do que foguete de russo
"carcava" o fuço que nem porco nas batata'
Pilcha da hora, boina, faixa e alpargata
Pra algum desata, um trinta adulando o joelho
Lá pelas tanta', eu perdi uma alpargata
Saí na cata, aplainando o tornozelo
E quanto mais ia tateando
Mais e mais ia empurrando
No meio da polvadeira
Um pé sim, outro faltando
Já tava num tranco manco
Com a china me reclamando
Vê se acha esta alpargata
Que eu também já tô mancando
Surungo guapo, de "lanhá" cueca em virilha
Com a panturrilha embolada a vanerão
Naquele malho, falquejando o agasalho
E dê-lhe atalho, com um pé só, pelo chão
E assim tranquei, trazendo a noite no colo
Com torcicolo, de tanto cata-não-cata
E a indiada buena, chutando o stress da vida
Se divertia na bailanta da alpargata
E quanto mais ia tateando...