Letra de Pra Que Saibam Quem Eu Sou - Valdomiro Maicá
Disco A
01
Bailanta do Sapucay
02
Balseiros do Rio Uruguai
03
Amigos do Rio Uruguai
04
De Esvaziá Cadeira
05
Tributo Missioneiro
06
Missioneiro da Moda Antiga
07
Rio Grande dos Alambrados
08
Bailanta da Alpargata
09
Pra Que Saibam Quem Eu Sou
10
Varando o Uruguai a Remo
11
À Luz da Lamparina
12
No Bufo Duma Vaneira
13
Marca Missioneira
14
Canto de Esperança
15
Vaneira da Minha Terra
16
Os Dois Lados do Mesmo Rio
17
História de Quem Produz
18
Canção Para Ninar o Sonho de Um Guri Pescador
19
Porto Inseguro
Pra Que Saibam Quem Eu Sou
(Salvador Lamberty/Valdomiro Maicá)
Houve um grito de defesa e rebeldia
Contra as força´ de lisboa e de madri
Grito primeiro da existência do gaúcho
Um missioneiro com o sangue guarani
Mas nas andanças, são miguel a santa tecla
Em seu cavalo a liderança de sepé
Tropas de viana, andonaegui e gomes freire
Fizeram cargas nos campos de caiboaté
Sepé tombou, sepé morreu
Mas viverá no amor terrunho que deixou
Eu sou gaúcho e descendente de sepé
Por isto eu canto pra que saibam quem eu sou
Nossas missões reverenciam tiaraju
Lunar de fé, reconduzindo a nossa gente
Sangue nativo das entranhas guaranis
Que foi bravura, foi história e foi semente
Quem sabe, deus, pegando o sangue de sepé
Pintou de rubro nosso solo missioneiro
E aquele grito de uma terra que tem dono
Me deu de herança a vocação de cancioneiro
Sepé tombou, sepé morreu...
Houve um grito de defesa e rebeldia
Contra as força´ de lisboa e de madri
Grito primeiro da existência do gaúcho
Um missioneiro com o sangue guarani
Mas nas andanças, são miguel a santa tecla
Em seu cavalo a liderança de sepé
Tropas de viana, andonaegui e gomes freire
Fizeram cargas nos campos de caiboaté
Sepé tombou, sepé morreu
Mas viverá no amor terrunho que deixou
Eu sou gaúcho e descendente de sepé
Por isto eu canto pra que saibam quem eu sou
Nossas missões reverenciam tiaraju
Lunar de fé, reconduzindo a nossa gente
Sangue nativo das entranhas guaranis
Que foi bravura, foi história e foi semente
Quem sabe, deus, pegando o sangue de sepé
Pintou de rubro nosso solo missioneiro
E aquele grito de uma terra que tem dono
Me deu de herança a vocação de cancioneiro
Sepé tombou, sepé morreu...