Letra de Sonhos Campesinos - Zezinho e Floreio
Disco A
01
Do Jeito Que Eu Gosto
02
Bem Desse Jeito Que Eu Sou
03
Abaixo de Tempo Feio
04
Num Retrato da Fronteira
05
Surungo Gaita e Farrancho
06
No Mesmo Tranco
07
No Rastro de Uma Milonga
08
Sonhos Campesinos
09
Farrancho na Serra
10
Na Solidão de um Chamame
11
Das Mãos do Gaiteiro
12
Baile Campeiro
13
Na Outra Ponta do Laço
14
Saudade de Matão
15
Último Baile
Sonhos Campesinos
De vez em quando sempre que sobra uma vaza
Eu deixo a lida nas casas e enfreno meu alazão
Me largo ao tranco ouvindo o rangir dos bastos
Da morena eu acho rastro pra dar pasto ao coração
Quando eu escuto um alarido de cordeona
Minh'alma velha gaviona já me arrasta pro cambicho
Sinto que a noite outra vez será pequena
Porque os olhos da morena parecem que tem feitiço
(Rio Grande velho dos meus sonhos campesinos
Sou assim desde menino gosto de viver cantando
Fim de semana encilho meu estradeiro
E no farrancho campeiro eu passo a noite bailando)
Se o baile é bueno deixo a canha no sereno
Abro cancha e me enveneno de alegria na bailanta
É meu costume nessa sina de índio vago
Dançar e tomar um trago pra tirar o pó da garganta
Disse o gaiteiro larga um tranco missioneiro
Cantando versos campeiros eu já mostro o meu valor
Não custa nada pra quem nasceu guitarreiro
Num contraponto grongueiro da uma mão pro cantador
(Rio Grande velho dos meus sonhos campesinos
Sou assim desde menino gosto de viver cantando
Fim de semana encilho meu estradeiro
E no farrancho campeiro eu passo a noite bailando)
Eu deixo a lida nas casas e enfreno meu alazão
Me largo ao tranco ouvindo o rangir dos bastos
Da morena eu acho rastro pra dar pasto ao coração
Quando eu escuto um alarido de cordeona
Minh'alma velha gaviona já me arrasta pro cambicho
Sinto que a noite outra vez será pequena
Porque os olhos da morena parecem que tem feitiço
(Rio Grande velho dos meus sonhos campesinos
Sou assim desde menino gosto de viver cantando
Fim de semana encilho meu estradeiro
E no farrancho campeiro eu passo a noite bailando)
Se o baile é bueno deixo a canha no sereno
Abro cancha e me enveneno de alegria na bailanta
É meu costume nessa sina de índio vago
Dançar e tomar um trago pra tirar o pó da garganta
Disse o gaiteiro larga um tranco missioneiro
Cantando versos campeiros eu já mostro o meu valor
Não custa nada pra quem nasceu guitarreiro
Num contraponto grongueiro da uma mão pro cantador
(Rio Grande velho dos meus sonhos campesinos
Sou assim desde menino gosto de viver cantando
Fim de semana encilho meu estradeiro
E no farrancho campeiro eu passo a noite bailando)