Letra de No Rastro de Uma Milonga - Zezinho e Floreio
Disco A
01
Do Jeito Que Eu Gosto
02
Bem Desse Jeito Que Eu Sou
03
Abaixo de Tempo Feio
04
Num Retrato da Fronteira
05
Surungo Gaita e Farrancho
06
No Mesmo Tranco
07
No Rastro de Uma Milonga
08
Sonhos Campesinos
09
Farrancho na Serra
10
Na Solidão de um Chamame
11
Das Mãos do Gaiteiro
12
Baile Campeiro
13
Na Outra Ponta do Laço
14
Saudade de Matão
15
Último Baile
No Rastro de Uma Milonga
A tarde adormece calma...
Na quele rancho do fundo,
Tirando acordes da alma,
Neste Santuário do mundo,
Onde uma garoa, desce...
Lustrando o pêlo da eguada,
E um quero-quero padece,
Cuidando o lombo da estrada;
Este é o mundo que tenho,
Quando a tarde se prolonga,
É do Rio Grande qu'eu venho,
No rastro de uma milonga;
Entre o galpão e o brasedo,
Uma cambona, resmunga,
E a peonada, sem segredos,
Num mate amargo, comunga,
Com uma viola chorona...
Parindo notas ao vento,
Uma milonga, se a dona,
Deste bagual sentimento;
E a tarde quieta, se vai...
Numa garoa, guasqueada,
E o pensamento me trai,
Pegando rumo, na estrada,
Vai bater n'outra janela...
Na casa grande, de abrigo,
Foi buscar a minha bela,
Para vir matear comigo;
Na quele rancho do fundo,
Tirando acordes da alma,
Neste Santuário do mundo,
Onde uma garoa, desce...
Lustrando o pêlo da eguada,
E um quero-quero padece,
Cuidando o lombo da estrada;
Este é o mundo que tenho,
Quando a tarde se prolonga,
É do Rio Grande qu'eu venho,
No rastro de uma milonga;
Entre o galpão e o brasedo,
Uma cambona, resmunga,
E a peonada, sem segredos,
Num mate amargo, comunga,
Com uma viola chorona...
Parindo notas ao vento,
Uma milonga, se a dona,
Deste bagual sentimento;
E a tarde quieta, se vai...
Numa garoa, guasqueada,
E o pensamento me trai,
Pegando rumo, na estrada,
Vai bater n'outra janela...
Na casa grande, de abrigo,
Foi buscar a minha bela,
Para vir matear comigo;