Letra de Um Gaúcho Pega a Estrada - Mauro Moraes
Disco A
01
Romance Milongueado
02
São as Armas Que Conheço
03
Chamigo
04
Bem Campante
05
Pega Pra Capá e Trancaço
06
Estrada Nova
07
Cuia e Cambona
08
Cuidando o Campo
09
Um Gaúcho Pega a Estrada
10
Estampa de Peão Fronteiro
11
Tudo na Alma
12
Um Milongão Dos "Veiaco"
13
Milonga do Meu Assado
14
Milonga Pra Te Lembrar
15
Fim de Mês
16
Tapeando o Sombreiro
Um Gaúcho Pega a Estrada
O patrão ontem, vendeu a velha estância
E os sonhos que eram meus foram também
Léguas e léguas de silêncios e de campo
Que eu há tempos conhecia muito bem...
Cavalos mansos, gado bueno e as ovelhas
Campo e mio-mio, várzea e açude, tudo enfim
E tudo aquilo que era a vida que eu não tive
Mas era parte essencial por ser de mim!
Um arreio já surrado, a velha gaita
Poncho nos ombro e um chapéu
Um jeito de quem tá indo sem ser data pra voltar
Sem saber que pra sonhar não adianta olhar pro céu!
Vai uma saudade e mais nada
Uma esperança emalada
Quando um gaúcho pega a estrada
Os apartes de mangueira e minhas tropeadas
E os setembros que floriram as maçanilhas
O galpão das desencilhas e dos meus mates
E a tapera que era parte da coxilha...
O patrão vendeu a estância como era
Com um cadeado na porteira da entrada
Os meus sonhos pelo meio e dor pra sempre
Que largou junto de tiro pela estrada!
Uma mala de garupa, uns pila curto
Uma baia e um gateado no buçal
Um jeito de quem tá indo sem saber pra onde ir
Sem entender que partir também faz parte da vida.
E os sonhos que eram meus foram também
Léguas e léguas de silêncios e de campo
Que eu há tempos conhecia muito bem...
Cavalos mansos, gado bueno e as ovelhas
Campo e mio-mio, várzea e açude, tudo enfim
E tudo aquilo que era a vida que eu não tive
Mas era parte essencial por ser de mim!
Um arreio já surrado, a velha gaita
Poncho nos ombro e um chapéu
Um jeito de quem tá indo sem ser data pra voltar
Sem saber que pra sonhar não adianta olhar pro céu!
Vai uma saudade e mais nada
Uma esperança emalada
Quando um gaúcho pega a estrada
Os apartes de mangueira e minhas tropeadas
E os setembros que floriram as maçanilhas
O galpão das desencilhas e dos meus mates
E a tapera que era parte da coxilha...
O patrão vendeu a estância como era
Com um cadeado na porteira da entrada
Os meus sonhos pelo meio e dor pra sempre
Que largou junto de tiro pela estrada!
Uma mala de garupa, uns pila curto
Uma baia e um gateado no buçal
Um jeito de quem tá indo sem saber pra onde ir
Sem entender que partir também faz parte da vida.