Letra de Pega Pra Capá e Trancaço - Mauro Moraes
Disco A
01
Romance Milongueado
02
São as Armas Que Conheço
03
Chamigo
04
Bem Campante
05
Pega Pra Capá e Trancaço
06
Estrada Nova
07
Cuia e Cambona
08
Cuidando o Campo
09
Um Gaúcho Pega a Estrada
10
Estampa de Peão Fronteiro
11
Tudo na Alma
12
Um Milongão Dos "Veiaco"
13
Milonga do Meu Assado
14
Milonga Pra Te Lembrar
15
Fim de Mês
16
Tapeando o Sombreiro
Pega Pra Capá e Trancaço
Tiradeira, rédea, bocal, cabresto, maneador e sovéu,
São cordas que me sustentam, de barbicacho e chapéu...
Sogueiro, coludo, gavião, cabano, bocudo e bagual,
São pingos da minha balda que, às vezes, "cago de pau",
Maturrango, barba de pelego, bochincheiro, mambira e pachola,
(Eu faço "garrá" valor nos "ferro" das minhas esporas.) Bis
"Tem cada tipo metido a calaveira,
Mais perdido que cebola em salada de fruta!
Enquanto eu "pego pra capá" com uns "loco" pela volta,
A gauchada fica que nem água de poço,
Só esperando o estouro do balde!".
Bugrada buenaça, grongueira, gaúcha dos quatro "costado",
São crias da mesma cepa, rengueando do mesmo lado,
Chibeiro, fronteiro, paysano, guapos de alma e peleia,
São todos lindeiros de campo no leva-e-trás da fronteira...
No fundo de uma invernada, metido no mato sem cachorro,
(A coisa anda mais apertada que boi em tropa de "toro"!) Bis
Violão, gaita, pandeiro, fandango, tasca e galpão,
É tudo pra um índio campeiro nunca "flouxá o garrão"...
Xerga, carona, lombilho, freio, pelego e badana,
Arreios de lida e serviço que, às vezes, servem de cama...
Pilchado pra tal domingueira me agrada "botá" na mesa,
(Pra qualquer copla de campo com o pingo sonando nas "venta"!) Bis
"Bueno, como quem vai pras pitangas,
Maneado que nem cordeiro pra esquila,
Eu vou me arrancando mais faceiro que mosca em tampa de xarope,
Porque em matéria de mulher bonita eu sou que nem alpargata,
Sirvo tanto pra um pé como pro outro! E segue o baile, gauchada!"
São cordas que me sustentam, de barbicacho e chapéu...
Sogueiro, coludo, gavião, cabano, bocudo e bagual,
São pingos da minha balda que, às vezes, "cago de pau",
Maturrango, barba de pelego, bochincheiro, mambira e pachola,
(Eu faço "garrá" valor nos "ferro" das minhas esporas.) Bis
"Tem cada tipo metido a calaveira,
Mais perdido que cebola em salada de fruta!
Enquanto eu "pego pra capá" com uns "loco" pela volta,
A gauchada fica que nem água de poço,
Só esperando o estouro do balde!".
Bugrada buenaça, grongueira, gaúcha dos quatro "costado",
São crias da mesma cepa, rengueando do mesmo lado,
Chibeiro, fronteiro, paysano, guapos de alma e peleia,
São todos lindeiros de campo no leva-e-trás da fronteira...
No fundo de uma invernada, metido no mato sem cachorro,
(A coisa anda mais apertada que boi em tropa de "toro"!) Bis
Violão, gaita, pandeiro, fandango, tasca e galpão,
É tudo pra um índio campeiro nunca "flouxá o garrão"...
Xerga, carona, lombilho, freio, pelego e badana,
Arreios de lida e serviço que, às vezes, servem de cama...
Pilchado pra tal domingueira me agrada "botá" na mesa,
(Pra qualquer copla de campo com o pingo sonando nas "venta"!) Bis
"Bueno, como quem vai pras pitangas,
Maneado que nem cordeiro pra esquila,
Eu vou me arrancando mais faceiro que mosca em tampa de xarope,
Porque em matéria de mulher bonita eu sou que nem alpargata,
Sirvo tanto pra um pé como pro outro! E segue o baile, gauchada!"