Letra de No Tempo do Quintino - Lisandro Amaral
Disco A
01
No Garrão de um Milonguear
02
Romance de Lua e Estrada
03
Ponciano, Te Vai Com Deus
04
Chamarrita y Vichadero
05
Chote Fronteiriço
06
Fazendo Tropilha
07
Ritual de Morte e Manada
08
Meu Pôr-do-sol
09
Romance do João Guerreiro
10
Chamando Tropa
11
Milonga no Fim do Laço
12
Do Meu Coração
13
De Cruzada
14
No Tempo do Quintino
No Tempo do Quintino
Encruzilhada do bolicho do quintino
Se reunia num domingo atrás do outro
A gauchada dos quatro rumos da estrada
Pra jogar o osso e revisar penca de potro
Passo do tigre, santa teca e olhos d'Água
E das estâncias do rodeio colorado
Lá do remanso, cerro alegre, paraíso
Gente da taipa, limoeiro e sobrado
"encruzilhada, pouso de tropa e carreta, do velho loro com seus bois jaguanés. do cerro agudo, cambará e alto bonito, levando couro pras barracas de bagé!"
Onde andarão o negro afonso e o chico preto?
O bonifácio, o gratulino e o januário?
O lalau véio, o tio anjo e o santana?
Chucros atores daquele antigo cenário!
O cipriano, o índio roque e o joão matos
E outros campeiros que o meu pago conheceu
Estão guardados para sempre na memória
Porque a história não apaga o que escreveu
"ainda resta o sílvio grande, esquilador... rancho e bolicho cravado à beira da estrada. um mestre preto que dá aula pros de hoje, como era os tempo no auge da encruzilhada.
Ahhh, se eu pudesse retornar àquele tempo! numas carreiras na cancha do favorino, ou com essa gente do meu pago reunida, tocar outro baile no rancho do seu hijino!"
Ahhh, se eu pudesse retornar àquele tempo...
Numas carreiras na cancha do favorino
Ou com esta gente do meu pago reunida
Tocar outro baile no rancho do seu hijino
Se reunia num domingo atrás do outro
A gauchada dos quatro rumos da estrada
Pra jogar o osso e revisar penca de potro
Passo do tigre, santa teca e olhos d'Água
E das estâncias do rodeio colorado
Lá do remanso, cerro alegre, paraíso
Gente da taipa, limoeiro e sobrado
"encruzilhada, pouso de tropa e carreta, do velho loro com seus bois jaguanés. do cerro agudo, cambará e alto bonito, levando couro pras barracas de bagé!"
Onde andarão o negro afonso e o chico preto?
O bonifácio, o gratulino e o januário?
O lalau véio, o tio anjo e o santana?
Chucros atores daquele antigo cenário!
O cipriano, o índio roque e o joão matos
E outros campeiros que o meu pago conheceu
Estão guardados para sempre na memória
Porque a história não apaga o que escreveu
"ainda resta o sílvio grande, esquilador... rancho e bolicho cravado à beira da estrada. um mestre preto que dá aula pros de hoje, como era os tempo no auge da encruzilhada.
Ahhh, se eu pudesse retornar àquele tempo! numas carreiras na cancha do favorino, ou com essa gente do meu pago reunida, tocar outro baile no rancho do seu hijino!"
Ahhh, se eu pudesse retornar àquele tempo...
Numas carreiras na cancha do favorino
Ou com esta gente do meu pago reunida
Tocar outro baile no rancho do seu hijino