Letra de Do Meu Coração - Lisandro Amaral
Disco A
01
No Garrão de um Milonguear
02
Romance de Lua e Estrada
03
Ponciano, Te Vai Com Deus
04
Chamarrita y Vichadero
05
Chote Fronteiriço
06
Fazendo Tropilha
07
Ritual de Morte e Manada
08
Meu Pôr-do-sol
09
Romance do João Guerreiro
10
Chamando Tropa
11
Milonga no Fim do Laço
12
Do Meu Coração
13
De Cruzada
14
No Tempo do Quintino
Do Meu Coração
Atrás do arvoredo há um verde mais lindo
E a flor mais sincera que habita os jardins.
Banhada de sanga, perfume de sonho
Guardando pitanga nos lábios pra mim.
...ana quem sabe meu rumo é teu rancho?
Depois que a tropilha agradar o patrão
E o poncho de tarde cair nos meus ombros
Matando a saudade do meu coração.
Quem sabe esta alma cansada de ausência
Por ter serenata na voz do luar,
Encontre teu corpo em vestido de chita,
Sorrindo bonita e com sede de amar?
Mergulham silêncios nos mates de agosto
Ausência de vida no olhar do galpão.
E os versos, há tempos, imprimem saudade
No corpo e na alma do meu violão...
É tempo de erguer nosso rancho bonito
Ilhado de sonhos, quinchado de estrelas
Plantar esperança em sementes de vida
Colher em seguida o orgulho de tê-las...
Quem sabe esta alma cansada de ausência
Por ter serenata na voz do luar,
Encontre teu corpo em vestido de chita,
Sorrindo bonita e com sede de amar?
Mergulham silêncios nos mates de agosto
Ausência de vida no olhar do galpão.
E os versos, há tempos, imprimem saudade
No corpo e na alma do meu violão...
E a flor mais sincera que habita os jardins.
Banhada de sanga, perfume de sonho
Guardando pitanga nos lábios pra mim.
...ana quem sabe meu rumo é teu rancho?
Depois que a tropilha agradar o patrão
E o poncho de tarde cair nos meus ombros
Matando a saudade do meu coração.
Quem sabe esta alma cansada de ausência
Por ter serenata na voz do luar,
Encontre teu corpo em vestido de chita,
Sorrindo bonita e com sede de amar?
Mergulham silêncios nos mates de agosto
Ausência de vida no olhar do galpão.
E os versos, há tempos, imprimem saudade
No corpo e na alma do meu violão...
É tempo de erguer nosso rancho bonito
Ilhado de sonhos, quinchado de estrelas
Plantar esperança em sementes de vida
Colher em seguida o orgulho de tê-las...
Quem sabe esta alma cansada de ausência
Por ter serenata na voz do luar,
Encontre teu corpo em vestido de chita,
Sorrindo bonita e com sede de amar?
Mergulham silêncios nos mates de agosto
Ausência de vida no olhar do galpão.
E os versos, há tempos, imprimem saudade
No corpo e na alma do meu violão...