Letra de Romance de Lua e Estrada - Lisandro Amaral
Disco A
01
No Garrão de um Milonguear
02
Romance de Lua e Estrada
03
Ponciano, Te Vai Com Deus
04
Chamarrita y Vichadero
05
Chote Fronteiriço
06
Fazendo Tropilha
07
Ritual de Morte e Manada
08
Meu Pôr-do-sol
09
Romance do João Guerreiro
10
Chamando Tropa
11
Milonga no Fim do Laço
12
Do Meu Coração
13
De Cruzada
14
No Tempo do Quintino
Romance de Lua e Estrada
Por pachola espiei a sombra
Quando cheguei bem montado
Num redomao colorado
Melhor bagual da tropilha
A lua feito rodilha
Acendeu sobre a janela
De um rancho jardim pra ela
Minha flor de macanilha
Num gritito em buenas nooites
Me de permisso patrão
Quero atar meu redomão
E rever a chamarrita
Chinoquinha mais bonita
Que roubou meu coração
Aos olhos da mesma lua, domingo santo de maio
Galopeava um potro baio no rastro de um vaga-lume
E a lua sentiu ciúme, pois deixei de olhar pra ela
Quado vi frente a janela, teu corpo em flor e perfume
Desde então, lua me segue com olhar de mae antiga
Sabe todas as cantigas que assovio na estrada
Direito ao rancho da amada, que eu estendo os redomão
E dou água ao coração na boca da madrugada
Desde então, lua me segue
Com olhar de mãe antiga
Sabe todas as cantigas
Que assovio na estrada
Direito ao rancho da amada
Que eu estendo os redomão
E dou água ao coração
Na boca da madrugada
De volta sobre os pelegos
Sereno no meu chapeu
Por riba um poncho de ceu
Alma imensa de minuano
Solto uns versos pro aureliano
Bem no jeito do noel
Quando cheguei bem montado
Num redomao colorado
Melhor bagual da tropilha
A lua feito rodilha
Acendeu sobre a janela
De um rancho jardim pra ela
Minha flor de macanilha
Num gritito em buenas nooites
Me de permisso patrão
Quero atar meu redomão
E rever a chamarrita
Chinoquinha mais bonita
Que roubou meu coração
Aos olhos da mesma lua, domingo santo de maio
Galopeava um potro baio no rastro de um vaga-lume
E a lua sentiu ciúme, pois deixei de olhar pra ela
Quado vi frente a janela, teu corpo em flor e perfume
Desde então, lua me segue com olhar de mae antiga
Sabe todas as cantigas que assovio na estrada
Direito ao rancho da amada, que eu estendo os redomão
E dou água ao coração na boca da madrugada
Desde então, lua me segue
Com olhar de mãe antiga
Sabe todas as cantigas
Que assovio na estrada
Direito ao rancho da amada
Que eu estendo os redomão
E dou água ao coração
Na boca da madrugada
De volta sobre os pelegos
Sereno no meu chapeu
Por riba um poncho de ceu
Alma imensa de minuano
Solto uns versos pro aureliano
Bem no jeito do noel