Letra de Aquerenciando Saudade - Os Farrapos
Disco A
01
Marcas do Pampa
02
Macaco Velho
03
Não Tá Morto Quem Peleia
04
Fandango dos Bugios
05
Mate Amargo
06
Sangue Crioulo
07
Dançando e Gritando
08
Queixo Seco
09
Baile na Costa
10
Xote Encastiçado
11
Pensando na Gabriela
12
Tempos de Infância
13
Pampa na Garupa
14
Gaita da Bossoroca
15
Tchê
16
Passo do Bugio
17
Ala Pucha
18
Reliquia
19
Aquerenciando Saudade
20
Só Vou no Bastantão
21
Carreta
Aquerenciando Saudade
Aquerenciando Saudade
No potreiro das lembranças
Fiz um cabresto de tranças
Das cordas do meu violão
Palanqueei um redomão
Na estância da nostalgia
Asinuelando esta cria
Que se chama coração
{asinuelando esta cria
que se chama coração}
Parei rodeio no alto
Da coxilha da bonanza
E na cerca da esperança
No meu violão peregrino
Seis cordas de arame fino
Em forma de um alambrado
Nos mourões do meu passado
Cabresteando o meu destino
{nos mourões do meu passado
Cabresteando o meu destino}
Na estância do faz de conta
Cangueei os bois na carreta
Por que a vida faz gambeta
Pra se chegar onde quer
Eu sei que se Desu quiser
Vou cumprir o meu intento
Nas melodias do vento
Com pinho, verso e mulher
{nas melodias do vento
Com pinho, verso e mulher}
Coisas que eu mais admiro
Poder guardar na consciência
Com puro amor à querência
Que amo "des" que nasci
Se o patrão me permitir
Ao morrer ser enterrado
Com versos bem declamados
Das poesias que escerevi
{com versos bem declamados
Das poesias que escerevi}
//
Com versos bem declamados
Das poesias que escerevi
//
Com versos bem declamados
Das poesias que escerevi
//
Com versos bem declamados
Das poesias que escerevi
//
No potreiro das lembranças
Fiz um cabresto de tranças
Das cordas do meu violão
Palanqueei um redomão
Na estância da nostalgia
Asinuelando esta cria
Que se chama coração
{asinuelando esta cria
que se chama coração}
Parei rodeio no alto
Da coxilha da bonanza
E na cerca da esperança
No meu violão peregrino
Seis cordas de arame fino
Em forma de um alambrado
Nos mourões do meu passado
Cabresteando o meu destino
{nos mourões do meu passado
Cabresteando o meu destino}
Na estância do faz de conta
Cangueei os bois na carreta
Por que a vida faz gambeta
Pra se chegar onde quer
Eu sei que se Desu quiser
Vou cumprir o meu intento
Nas melodias do vento
Com pinho, verso e mulher
{nas melodias do vento
Com pinho, verso e mulher}
Coisas que eu mais admiro
Poder guardar na consciência
Com puro amor à querência
Que amo "des" que nasci
Se o patrão me permitir
Ao morrer ser enterrado
Com versos bem declamados
Das poesias que escerevi
{com versos bem declamados
Das poesias que escerevi}
//
Com versos bem declamados
Das poesias que escerevi
//
Com versos bem declamados
Das poesias que escerevi
//
Com versos bem declamados
Das poesias que escerevi
//