Letra de Reliquia - Os Farrapos
Disco A
01
Marcas do Pampa
02
Macaco Velho
03
Não Tá Morto Quem Peleia
04
Fandango dos Bugios
05
Mate Amargo
06
Sangue Crioulo
07
Dançando e Gritando
08
Queixo Seco
09
Baile na Costa
10
Xote Encastiçado
11
Pensando na Gabriela
12
Tempos de Infância
13
Pampa na Garupa
14
Gaita da Bossoroca
15
Tchê
16
Passo do Bugio
17
Ala Pucha
18
Reliquia
19
Aquerenciando Saudade
20
Só Vou no Bastantão
21
Carreta
Reliquia
Estância velha, trago n'alma um breve santo que herdei
Da raça bugra dos que vieram te trazendo até aqui
E cada pedra e cada grota contam sonhos do que foi
Um tempo lindo que tranqueia cabresteando meu sentir.
Estância velha, em cada bota trago huellas de sofrer
Nos muitos riscos das esporas, que a saudade me deixou
E nas cambotas tenho a marca dos tropeiros - que passou -
Mas, recluta a alma antiga do meu ser.
Mas sei que um dia, irá
A raça bugra dos campeiros renascer da fé;
Que o mundo novo não apaga o que ficou pra trás
E a estância antiga - como um sonho - viverá!
Mas sei que um dia, irá
A raça bugra dos campeiros renascer da fé;
Que o mundo novo não apaga o que ficou pra trás
E a estância viverá!
Estância velha, emalo a sorte ao poncho pátria do sentir,
Nesta saudade de outros tempos que nem sei mesmo explicar;
E ao trote largo deste tempo em que ninguém sabe quem é,
Somos consciência da verdade que contigo, há de ficar!
Da raça bugra dos que vieram te trazendo até aqui
E cada pedra e cada grota contam sonhos do que foi
Um tempo lindo que tranqueia cabresteando meu sentir.
Estância velha, em cada bota trago huellas de sofrer
Nos muitos riscos das esporas, que a saudade me deixou
E nas cambotas tenho a marca dos tropeiros - que passou -
Mas, recluta a alma antiga do meu ser.
Mas sei que um dia, irá
A raça bugra dos campeiros renascer da fé;
Que o mundo novo não apaga o que ficou pra trás
E a estância antiga - como um sonho - viverá!
Mas sei que um dia, irá
A raça bugra dos campeiros renascer da fé;
Que o mundo novo não apaga o que ficou pra trás
E a estância viverá!
Estância velha, emalo a sorte ao poncho pátria do sentir,
Nesta saudade de outros tempos que nem sei mesmo explicar;
E ao trote largo deste tempo em que ninguém sabe quem é,
Somos consciência da verdade que contigo, há de ficar!