Letra de Sangue Crioulo - Os Farrapos
Disco A
01
Marcas do Pampa
02
Macaco Velho
03
Não Tá Morto Quem Peleia
04
Fandango dos Bugios
05
Mate Amargo
06
Sangue Crioulo
07
Dançando e Gritando
08
Queixo Seco
09
Baile na Costa
10
Xote Encastiçado
11
Pensando na Gabriela
12
Tempos de Infância
13
Pampa na Garupa
14
Gaita da Bossoroca
15
Tchê
16
Passo do Bugio
17
Ala Pucha
18
Reliquia
19
Aquerenciando Saudade
20
Só Vou no Bastantão
21
Carreta
Sangue Crioulo
Pelas estradas do pampa eu sou o gaúcho mais destemido,
No escarcear do meu zaino, sou de longe reconhecido.
De laço e bolas nos tentos, eu vou cruzando com liberdade
Gaudério de pouso incerto,
Num campo deserto em sinto a vontade
Não creio em manhas de china
Nem rengueado de cusco, em céu de tempestade!
Ai, ai, ai, ai, estradas que não tem fim
Ai quanto china que chora nesta hora pensando em mim
Ai, ai, ai, ai, quem manda me querer bem
Pois água fresca e conselhos não se oferece a ninguém!
Sou índio bem aragano e me sinto ufano com justo afinco
Por ver ferver o meu sangue no velho Rio Grande de 35,
Sou quebra de nascimento meu pensamento não tem receio;
Nunca provoco arruaça
Mas toco de graça em qualquer rodeio.
Nunca refugo ao perigo,
Confio no amigo dos meus arreios.
No escarcear do meu zaino, sou de longe reconhecido.
De laço e bolas nos tentos, eu vou cruzando com liberdade
Gaudério de pouso incerto,
Num campo deserto em sinto a vontade
Não creio em manhas de china
Nem rengueado de cusco, em céu de tempestade!
Ai, ai, ai, ai, estradas que não tem fim
Ai quanto china que chora nesta hora pensando em mim
Ai, ai, ai, ai, quem manda me querer bem
Pois água fresca e conselhos não se oferece a ninguém!
Sou índio bem aragano e me sinto ufano com justo afinco
Por ver ferver o meu sangue no velho Rio Grande de 35,
Sou quebra de nascimento meu pensamento não tem receio;
Nunca provoco arruaça
Mas toco de graça em qualquer rodeio.
Nunca refugo ao perigo,
Confio no amigo dos meus arreios.